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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Acerto do São Paulo com Paulo Miranda emperra. Nova reunião na quinta


Por Marcelo Prado São Paulo










A contratação do zagueiro Paulo Miranda pelo São Paulo virou novela. O acerto, que deveria ser anunciado oficialmente nesta semana, só deverá ser selado na próxima quinta-feira, quando o representante do atleta, Bruno Balsinelli, terá uma nova reunião com o vice-presidente do Tricolor, João Paulo de Jesus Lopes.


paulo miranda zagueiro do bahia (Foto: Raphael Carneiro/Globoesporte.com)


Paulo Miranda tem tudo para reforçar o São Paulo em 2012 (Foto: Raphael Carneiro/Globoesporte.com)

- As coisas estão muito bem encaminhadas, mas faltam pequenos detalhes que precisam ser discutidos. Ainda não chegamos a um bom senso. Vamos nas reunir na próxima quinta-feira. Acredito que tudo irá acabar – afirmou Balsinelli, em conversa com a reportagem do GLOBOESPORTE.COM.


Os direitos econômicos do defensor pertencem à empresa BWA, que emprestará o atleta ao clube do Morumbi. O tempo de contrato já está definido: três anos. Paulo Miranda deverá ser o primeiro dos nove reforços a serem contratados pelo Tricolor para 2012. No entanto, a diretoria já avisou: dificilmente o elenco estará totalmente montado no início da pré-temporada, que terá início na primeira semana de janeiro, no CT de Cotia.


Paulo Miranda chegará como opção para a zaga que está enfraquecida desde as saídas de Alex Silva e Miranda, na metade de 2011. O time ainda pode perder Xandão, que está na Itália para retirar o passaporte italiano, e interessa ao Palermo (ITA).

Proposta do futebol japonês pode tirar Carlinhos Paraíba do São Paulo


Por Marcelo Prado e Fábio Leme São Paulo e Rio de Janeiro










Carlinhos Paraíba no treino do São Paulo (Foto: Lucas Uebel / VIPCOMM)


Carlinhos Paraíba não sabe se ficará em 2012
(Foto: Lucas Uebel / VIPCOMM)

Elogiado por todos os técnicos que dirigiram o São Paulo em 2011, o volante Carlinhos Paraíba pode deixar a equipe do Morumbi neste final de ano. O representante do atleta, Julio Fressato, disse que recebeu uma sondagem do Cerezo Osaka (JAP), que deverá se transformar em proposta nos próximos dias. A partir daí, os dirigentes do São Paulo serão procurados para conversar.


- Fomos procurados por esse clube japonês que manifestou o interesse no Carlinhos. Eles ainda estão observando. Pode ser que apareço algo na próxima semana. Posso dizer que o Carlinhos está feliz no São Paulo e que, para sair, tem de surgir algo que seja muito bom para ele – afirmou o representante do atleta, em conversa com a reportagem do GLOBOESPORTE.COM.


Carlinhos Paraíba tem contrato com o São Paulo até o dia 31 de dezembro do ano que vem. Ou seja, se o clube do Morumbi quiser lucrar com alguma transferência, tem de negociar o atleta agora já que, a partir de junho, ele poderá assinar um pré-contrato sem que o Tricolor seja ressarcido.


O meio-campista foi o segundo atleta de linha que mais atuou no último Campeonato Brasileiro, com 31 participações, perdendo apenas para o volante Wellington, que atuou 34 vezes. Ele terminou a temporada machucado, já que sofreu uma lesão no tornozelo na derrota por 1 a 0 para o Atlético-PR, no dia 16 de novembro. Inclusive, o atleta segue fazendo tratamento intensivo no CT da Barra Funda.


O Tricolor, por sua vez, diz que não recebeu nenhuma proposta pelo atleta.


- Eu não estou sabendo de nada sobre esse assunto – afirmou o diretor de futebol, Adalberto Baptista.

Baresi agradece São Paulo e diz não pretender voltar a trabalhar na base


Por Israel Stroh Jundiaí, SP










Sérgio Baresi, técnico do Paulista (Foto: Divulgação)



Sérgio Baresi, técnico do Paulista (Foto: Divulgação)

Sérgio Baresi chegou a um momento da carreira em que achou necessário mudar para seguir crescendo. Os resultados na base do São Paulo eram bons, o que lhe rendeu uma passagem no comando do time profissional, mas só passar não foi o bastante para ele, que no Paulista de Jundiaí, quer iniciar uma nova fase em sua carreira.


Grato ao São Paulo, o treinador atendeu a reportagem do GLOBOESPORTE.COM após um dos treinos pela sua nova equipe e disse que não pretende voltar a trabalhar com futebol de base. Motivado, entende que chegou o momento de buscar desafios maiores, ainda que para isso seja necessário deixar o Morumbi.


- Foi ótima essa fase no São Paulo, mas entendi que precisava crescer na carreira e para isso teria que sair da base para assumir um time profissional. Não vou dizer que nunca mais vou para a base, que 'desta água não beberei', mas meus planos são o de ficar só no profissional de agora em diante - disse o treinador.


Ele deixou o São Paulo dias antes de uma importante competição: a Copa São Paulo de Futebol Júnior. Poderia ser uma chance importante para ele firmar seu nome no mercado do futebol, mas decidido, optou por ir ao Paulista mesmo assim.


Para pedir demissão do Morumbi, o papo com o presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, foi curto e grosso, tamanha a decisão em ir para Jundiaí. Além do desejo em sair da base, o projeto proposto pelo Paulista foi fundamental.


- A conversa com o Juvenal foi clara e objetiva, o que é uma característica de nós dois. Agradeci, mas achei que era hora de sair. Optei pelo Paulista por ser uma equipe que faz boas campanhas no estadual, por poder começar um trabalho desde o início e por ser um contrato de um ano. É o tempo ideal para fazer um trabalho até o fim.


A experiência que tem com jogadores novos deve ser um ponto a seu favor no Paulista, que tem um elenco formado basicamente por garotos. No São Paulo, ajudou a promover nomes como Casemiro, Lucas, Bruno Uvini, entre outros. Bruno Formigoni, da mesma geração, está em Jundiaí, emprestado, e vai jogar com Baresi.


Os planos para 2012 é classificar para o Campeonato Brasileiro da Série D. Classificado para a Copa do Brasil, o treinador afirma que a prioridade será o torneio estadual.
- Vamos tentar priorizar os dois campeonatos, mas a nossa meta é a classificação para a Série D, o que significa que temos de ir bem no Paulistão

"Vim para ser campeão", diz Rhodolfo

Kaue Freitas


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O zagueiro Rhodolfo precisou de uma partida para mostrar seu futebol e se firmar no sistema defensivo do São Paulo, uma referência nos últimos anos no futebol brasileiro. Após boa temporada pelo Atlético-PR, o camisa 4 chegou ao Morumbi cheio de moral.


Na estreia, o são-paulino mostrou o motivo de todos confiarem na sua contratação. Pelo Campeonato Paulista deste ano, Rhodolfo fez o primeiro jogo no Tricolor contra a Portuguesa. No Canindé, o zagueiro marcou um dos gols na vitória por 3 a 2 e teve atuação de destaque.


Desde então, ele não saiu mais da equipe. Disputou todos os 52 jogos como titular na temporada. O bom rendimento com a camisa do São Paulo levou Rhodolfo para a Seleção Brasileira. Ele foi convocado para os dois jogos contra a Argentina, pelo Superclássico das Américas.


Mesmo com o bom desempenho individual, o camisa 4 não termina 2011 totalmente feliz. Para ele, faltou conquistar títulos. Mas ele garante: estes objetivos serão alcançados no próximo ano.


"Fiquei feliz em algumas partes, outras não. Feliz por ter jogado o ano inteiro, ter sido convocado, ser indicado aos melhores do Brasileiro. Mas triste por não ter conquistado nenhum título. A torcida não merece isso. Vim para cá para ser campeão e tenho certeza de que ano que vem seremos", afirma Rhodolfo.


Já de férias, o zagueiro conversou com a reportagem do Site Oficial e fez um balanço do primeiro ano no Tricolor. Ele falou de reforços, títulos, Seleção Brasileira e muito mais. Confira a abaixo a entrevista com o camisa 4 do Morumbi.


Site Oficial: Qual a avaliação que você faz de 2011?
Rhodolfo: Fiquei feliz em algumas partes, outras não. Feliz por ter jogado o ano inteiro, ter sido convocado, ser indicado aos melhores do Brasileiro. Mas triste por não ter conquistado nenhum título. A torcida não merece isso. Vim para cá para ser campeão e tenho certeza de que ano que vem seremos.


Site Oficial: Vestir a camisa do São Paulo é diferente?
Rhodolfo: Vim para cá sabendo que o São Paulo sempre teve bons zagueiros. Acho que consegui manter o bom nível, mas este ano não deu para conquistar títulos. Mas as coisas vao mudar em 2012, a partir do Campeonato Paulista. Só sendo campeão para mudar a situação do time.


Site Oficial: O segredo de sua boa fase sempre foi a dedicação?
Rhodolfo: Fiz um bom ano no Atlético-PR em 2010 e começamos bem no Paulista pelo São Paulo. Cheguei e depois de dez dias de treino eu fui titular, fiz bons jogos. Dentro de campo tento mostrar meu futebol, mas às vezes não dá para vencer. Mas sempre penso em ajudar o time a conquistar as vitórias.


Site Oficial: Seleção é um dos objetivos em 2012?
Rhodolfo: Para eu chegar na Seleção novamente, eu tenho de fazer um bom trabalho aqui no São Paulo. Isso vem com o tempo. Temos de tentar ser campeões e eu jogando bem, o São Paulo conquistando os títulos, a Seleção será consequência disso tudo.


Site Oficial: Quais os planos para 2012?
Rhodolfo: Todo jogador tem de pensar o que fez de certo e errado para focar nos títulos no próximo ano. O clube vive disso e cada jogador tem de se cobrar e vir com o pensamento de vencer em 2012. A diretoria vai atrás de alguns jogadores e os que já estão aqui têm de ter a consciência de que não podemos ficar mais um ano sem título.

Onde está 'el Brasileirón'? Gringos deixam de ser protagonistas em 2011


Por Fred Gomes Rio de Janeiro










conca e bruno cesar, prêmio craque do brasileirão (Foto: André Durão / Globoesporte.com)



Conca levou o prêmio Craque Brasileirão em 2010
(Foto: André Durão / Globoesporte.com)

O Campeonato Brasileiro, que terminou no domingo com o Corinthians como campeão, perdeu um pouco do seu sotaque gringo. Em 2009 e 2010, os times que levantaram a taça tinham estrangeiros como destaque (o flamenguista Petkovic e o tricolor Conca), e o Prêmio Craque Brasileirão teve uma invasão de jogadores de fora do Brasil. Neste ano, o cenário mudou. O Timão só contou com o peruano Luis Ramírez na reserva, e a premiação da CBF teve apenas o cruzeirense Montillo e o botafoguense Loco Abreu como indicados - e nenhum deles venceu.


Entre a lista de decepções, estão o atacante Martinuccio (Fluminense), uma das sensações da última Libertadores, pelo Peñarol; o zagueiro Victorino, da seleção uruguaia; e o atacante Miralles, artilheiro no Colo Colo. Somente três estrangeiros tiveram no Brasileirão uma média acima de 6,0 no Troféu Armando Nogueira: o colorado D'Alessandro e os dois indicados à premiação da CBF.


O Atlético-PR foi um dos que não tiveram o retorno gringo esperado. Já tinha o equatoriano Guerrón e contratou o uruguaio Morro García - goleador do campeonato local - e o argentino Nieto. Nenhum deles foi bem na fraca campanha do time, rebaixado para a Segundona. O presidente Marcos Malucelli não acha que a aposta tenha sido errada.


- Ainda dá para apostar em estrangeiros da América do Sul, mas é preciso paciência para que se ambientem. O próprio Conca só foi estourar no Fluminense. Jogou no Vasco, foi bem, mas sem um maior brilho. O Valencia, que hoje está no Fluminense, demorou uns quatro meses para estrear aqui no Atlético. O Ferreira (outro colombiano de sucesso no Furacão) demorou seis. O Morro García não foi bem, mas terminou como artilheiro no Uruguai em duas temporadas seguidas. O Nieto, embora não tenha feito os gols que esperávamos, ganhou algumas partidas para nós. Aqui na América do Sul compramos mais jovens, e é mais barato do que trazer brasileiros retornando da Europa. A maioria volta com mais de 30 anos e sem motivação - alfinetou.


Gráfico gringos (Foto: arte esporte)

Também com três estrangeiros no elenco, o Fluminense teve melhor desempenho no Brasileiro e avançou à próxima Libertadores. Além de Valencia, contratou a promessa argentina Lanzini (River Plate), que alternou bons e maus jogos, e Martinuccio, que decepcionou. O vice de futebol Sandro Lima toca no mesmo ponto levantado por Malucelli: o da adaptação.


- O mercado brasileiro está muito forte em relação a outros times da América do Sul. O que pesa é a questão da adaptação. O Lanzini, um garoto de 18 anos, chegou e não sentiu a pressão, nos ajudando para caramba no Brasileiro. O Martinuccio veio de uma Libertadores muito boa, mas chegou com sua esposa grávida. Vários fatores influenciam na adaptação. Se o Cruzeiro tivesse sido campeão no ano passado, acredito que o Montillo seria o craque. Se a oportunidade for boa, vale a pena, sim - destacou.









































Prêmio Craque Brasileirão
IndicaçõesPremiações
2005
44
2006
10
2007
42
2008
10
2009
73
2010
53
2011
20
OBS: não foram consideradas indicações para craque do campeonato, extintas após 2008.

Montillo é um caso de estrangeiro que não demorou a se adaptar. No mesmo ano em que chegou ao Cruzeiro, foi um dos destaques do Brasileirão, sendo eleito o melhor meia direita no Prêmio Craque Brasileirão. E outros estrangeiros, já adaptados, tiveram em 2011 queda de rendimento. O colorado Guiñazu, o botafoguense Herrera, o flamenguista Maldonado e o palmeirense Valdivia - talvez o mais valorizado entre os quatro - são alguns exemplos. Com exceção do argentino do Botafogo, todos já foram indicados para a seleção do campeonato. O chileno do Palmeiras, aliás, já concorreu até a craque da competição e da galera.


Se dirigentes brasileiros mostram-se receptivos à entrada de mais estrangeiros no Brasil, o empresário argentino Hugo de Benedetti - responsável pela transferência de Conca para o Vasco, em 2006 - garante que a recíproca é verdadeira:


- Pelo lado dos jogadores, posso dizer que é muito bom. Para os argentinos, por exemplo, é muito bom, principalmente na questão da formação. O argentino costuma jogar só uma vez por semana em seu país. No Brasil, em 14 dias, joga-se quase quatro vezes, e isso é muito bom na formação do jogador. É também interessante do ponto de vista econômico, pois o Brasil paga salários que muitos times da Europa não têm condições.


Confira os estrangeiros indicados a cada Prêmio Craque Brasileirão:
Em negrito, estão os jogadores que venceram em suas categorias.


2005: Gamarra (Palmeiras), Lugano (São Paulo), Petkovic (Fluminense) e Tevez (Corinthians)


2006: Maldonado (Santos)


2007: Acosta (Náutico), Maldonado (Santos), Valdivia (Palmeiras); Acosta e Valdivia ainda concorreram a Craque do Brasileirão, e o palmeirense, também a Craque da Galera


2008: Guiñazu (Internacional)


2009: Armero (Palmeiras), Conca (Fluminense), Guiñazu (Inter), Maldonado (Flamengo), Petkovic (Flamengo); Conca e Petkovic ainda concorreram a Craque da Galera


2010: Conca (Fluminense), D'Alessandro (Inter), Loco Abreu (Botafogo), Montillo (Cruzeiro); Conca ainda concorreu a Craque da Galera


2011: Loco Abreu (Botafogo) e Montillo (Cruzeiro)

São Paulo lança celular personalizado

Ana Luiza Rosa


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Pensando na paixão que muitos torcedores de futebol têm pelo seu time, a ZTE Corporation (ZTE), uma das líderes globais de equipamentos de telecomunicações e soluções em rede, e a Zero-X, sua distribuidora Nacional, lança o celular customizado do São Paulo FC.

Com visual diferenciado, que segue as cores do time do coração, o Celular dos Campeões ZTE é um aparelho dual chip (permite que dois números operem no mesmo aparelho) que possui atalho para redes sociais, MP3 Player, Rádio FM, câmera e Bluetooth


A customização já começa na própria caixa do aparelho, que contém três capas traseiras personalizadas e um squeeze sleeve também caracterizado. Além disso, o kit possui um cartão de memória de 1GB com hino do time e oito wallpapers personalizados.


O novo Celular dos Campeões do São Paulo FC já está disponível nas principais lojas do Brasil com valor aproximado de R$299. Para mais informações sobre o produto acesse http://celulardoscampeoes.com.br/

Wellington vira referência no Tricolor


Por GLOBOESPORTE.COM


São Paulo










O ano do São Paulo não foi nada positivo, mas Wellington tem muito que comemorar em 2011. Revelado nas categorias de base do CT de Cotia, pode-se dizer que o volante de 20 anos tornou-se uma realidade no clube do Morumbi.


Wellington começou a temporada na reserva. Porém, a eliminação na Copa do Brasil para o Avaí fez o então técnico Paulo César Carpegiani mudar a configuração do meio-campo e apostar na revelação como solução para dar mais pegada ao setor. Situação que não mudou com Adilson Batista e nem com Emerson Leão. Tanto que, das 38 partidas disputadas pela equipe no Campeonato Brasileiro, Wellington esteve presente em 34.


O jogador terminou o ano tão em alta que o Villarreal (ESP), quando procurado pelo São Paulo para vender Nilmar, aceitava fazer o negócio da seguinte maneira: receberia uma parte em dinheiro e ainda aceitaria o passe de Wellington, o que não foi aceito pelo Tricolor.


Wellington São Paulo (Foto: Marcelo Prado/Globoesporte.com)


Wellington foi um dos poucos destaques do Tricolor em 2011 (Foto: Marcelo Prado/Globoesporte.com)

- Eu procuro a cada jogo e treino fazer o meu melhor, como se fosse a última partida da minha vida. Isso faz com que eu ganhe a confiança do treinador. Não conquistamos títulos, mas individualmente o ano foi muito bom para mim. Voltei bem de uma lesão complicada. Comecei o Brasileiro como titular e não saí mais - ressaltou o meio-campista, em entrevista ao site oficial do time do Morumbi.



A temporada foi tão boa que Wellington finalmente comemorou o seu primeiro gol pelo time profissional. E foi um golaço, no dia 5 de novembro, na derrota por 4 a 3 para o Bahia.


Para fechar, o garoto diz que, apesar do ano ruim, 2012 tem tudo para ser melhor para o torcedor são-paulino.


- Quero deixar bem claro ao torcedor que não é só ele que está chateado. Todos nós estamos e acreditamos que podemos conquistar coisas boas no próximo ano. Vamos atrás disso – disse.

Três anos do Tricampeonato Brasileiro

Michael Serra




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Por Rubens Chiri




A crítica especializada não dava crédito à equipe do São Paulo eliminada da Copa Libertadores da América no último minuto de jogo em um Maracanã lotado. O principal artilheiro da equipe no ano, Adriano, recuperado para o futebol pelo Tricolor, retornara a Milão.


A expectativa geral, apesar da quarta colocação ao final do primeiro turno do Campeonato Brasileiro não era entusiasta. O 'tri' parecia distante, mais uma vez a escapar por entre os dedos - o Tricolor nunca havia sido tricampeão consecutivo na história, em qualquer competição.


Ao início do 2º turno, após sofrer um gol irregular e perder para o Grêmio (líder da competição até então, e com esta vitória, 11 pontos à frente do Tricolor), a mídia já destacava em letras garrafais a prosa estatística: "o São Paulo tem 1% de chances de ser campeão!"


Era esta a probabilidade de título que apontavam ao São Paulo de Muricy Ramalho e companhia. Realmente o cenário era mais favorável aos rivais. Contudo, a motivação que faltava para a conquista veio em uma arrancada incrível: uma série de 18 jogos invictos (12 vitórias, 6 empates).


O Tricolor teve a chance de se sagrar campeão antecipadamente no Morumbi com casa cheia. Mas o destino quis que aquele dia fosse de pleno luto - Na véspera da partida faleceu o eterno presidente Marcelo Figueiredo Portugal Gouvêa - e somente empatou com o Fluminense, deixando a decisão para a rodada final, como não poderia deixar de ser em um campeonato tão dramático.


Em Brasília, ao vencer o Goiás (1x0, gol de Borges após cobrança de falta de Rogério Ceni), o São Paulo se consagrou: 1% de chances, 100% campeão!


Borges foi o artilheiro da equipe no torneio, com 16 gols, seguido de Hugo, com 14 gols. Ao todo, 15 jogadores deixaram sua marca no gol adversário. Jorge Wagner foi quem mais jogou neste campanha: 36 partidas, logo a frente de Rogério Ceni, com 35 jogos.


O primeiro Tricampeão consecutivo do Campeonato Brasileiro - CAMPEONATO - desde sua criação, em 1971. O primeiro - E ÚNICO - Hexacampeão (77/86/91/06/07/08).


Não somente Tri-Hexacampeão Brasileiro. O Tricolor consagrou-se Soberano.


Confira abaixo a relação de todos os jogadores soberanos desse tricampeonato:



  • 01 Rogério Ceni

  • 2 Juninho

  • 3 André Dias

  • 4 Alex Silva

  • 5 Miranda

  • 6 Júnior

  • 7 Jorge Wagner

  • 8 Fábio Santos

  • 9 Éder Luis

  • 10 Adriano

  • 12 Joilson

  • 13 Reasco

  • 13 Anderson

  • 14 Aloísio

  • 15 Hernanes

  • 16 Jancarlos

  • 17 Borges

  • 18 Hugo

  • 19 Andre Lima

  • 20 Richarlyson

  • 21 Eder Sciola

  • 22 Bosco

  • 23 Ze Luis

  • 24 Fabiano

  • 25 Dagoberto

  • 26 Cazumba

  • 27 Sergio Mota

  • 28 Wellington

  • 29 Ronieli

  • 30 Rafael

  • 31 Aislan

  • 32 Diogo

  • 33 Alex Bruno

  • 34 Bruno Barbosa

  • 35 Bruno Formigoni

  • 36 Oscar

  • 37 Júlio Cézar

  • 38 Jean

  • 39 Pablo

  • 41 Leonardo

  • 44 Rodrigo

  • 45 Bruno

E os únicos jogadores tricampeões no período 2006-2008:



  • Rogério Ceni

  • André Dias

  • Alex Silva

  • Miranda

  • Júnior

  • Aloísio

  • Richarlyson

  • Bosco

  • Reasco