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segunda-feira, 2 de maio de 2011

Fabuloso é titular e está confirmado diante do Avaí

Kaue Freitas



O atacante Luis Fabiano foi a grande novidade no coletivo desta segunda-feira à tarde, no CT da Barra Funda. O camisa 9 foi escalado pelo técnico Paulo César Carpegiani no time titular ao lado de Dagoberto no ataque são-paulino.


Com isso, o camisa 9 enfrentará o Avaí, nesta quarta-feira, no Morumbi. O jogador passou as últimas semanas se recuperando de uma lesão no joelho direito. A evolução nos treinamentos tem deixado a comissão técnica otimista quanto ao retorno do atacante.


Na primeira parte da atividade, Carpegiani deu atenção especial ao sistema defensivo. Na sequência, já com a bola rolando com mais freqüência, treinou o seu ataque. Luis procurou se movimentar bastante em campo. Em um dos lances, deu boa assistência para Dagoberto, que quase marcou um belo gol.


"Treinei bem e não senti dor nenhuma", disse Fabuloso.


O Tricolor treinou com: Rogério Ceni, Xandão, Alex Silva e Miranda; Jean, Casemiro, Carlinhos, Ilsinho e Juan; Dagoberto e Luis Fabiano. Ilsinho marcou para o time titular, enquanto Fernandão deixou sua marca para o time reserva.

Luis Fabiano treina entre os titulares e vai reestrear na quarta pelo São Paulo


Por Marcelo Prado


São Paulo




A espera acabou. Após 34 dias de intensos trabalhos no Reffis, a torcida do São Paulo poderá matar a saudade do atacante Luis Fabiano, que vai reestrear com a camisa do Tricolor na próxima quarta-feira, contra o Avaí, no Morumbi, pelas quartas de final da Copa do Brasil. Nesta segunda-feira, o camisa 9 participou do treino tático comandado pelo técnico Paulo César Carpegiani entre os titulares, formou dupla de ataque com Dagoberto e teve rendimento razoável. Na saída, passou rapidamente pela sala de imprensa e esbanjou confiança.


Luis Fabiano disputa lance com Wellington (Foto: Luiz Pires / VIPCOMM)

Luis Fabiano disputa lance com Wellington durante o treino desta segunda-feira (Foto: Luiz Pires / VIPCOMM)

- Me senti muito bem, sem dores – afirmou o atacante.


O camisa 9 foi colocado no time principal na vaga de Marlos. No restante, Carpegiani repetiu a escalação que foi utilizada no clássico contra o Santos: Rogério Ceni; Xandão, Alex Silva, Miranda e Juan; Casemiro, Jean, Ilsinho e Carlinhos Paraíba; Dagoberto e Luis Fabiano.


Na primeira parte do treino tático, Carpegiani trabalhou a parte defensiva, que não teve bom desempenho no segundo tempo do clássico do final de semana. Os reservas atacaram com seis homens: Wellington (lateral-direita), Cleber Santana, Rivaldo, Fernandão, Marlos e Junior Cesar (lateral-esquerda). Eles enfrentavam a defesa titular. Preocupado, o treinador parou o treino em várias ocasiões para corrigir o posicionamento dos seus atletas.


Na segunda etapa, todos os jogadores foram utilizados. Foi então que Fabuloso começou a ser utilizado. Durante dez minutos, ele buscou se movimentar, tocar rapidamente na bola, como se estivesse se poupando. Com o passar do tempo, ele acelerou o ritmo e começou a buscar as tabelas. Trocou passes com Dagoberto, abriu pela ponta direita com Ilsinho e, já quase no final, deu um chute por cima do gol defendido por Denis.


Na saída, o camisa 9 conversou com o técnico Paulo César Carpegiani e com o médico José Sanchez. O papo durou aproximadamente dez minutos e, na saída do gramado, o atacante saiu sorrindo, o que confirmou sua escalação para a quarta.

Falha de comunicação: diretoria diz que Felipão não exigiu Morumbi


Por Diego Ribeiro São Paulo




Roberto Frizzo  palmeiras (Foto: Julyana Travaglia / GLOBOESPORTE.COM)

Roberto Frizzo, vice-presidente do Palmeiras
(Foto: Julyana Travaglia / GLOBOESPORTE.COM)

Entre as reclamações a respeito da arbitragem de Paulo César de Oliveira no clássico entre Palmeiras e Corinthians, neste domingo, o técnico Luiz Felipe Scolari fez uma revelação importante. Indignado, ele disse que queria a semifinal do Campeonato Paulista no Morumbi, casa do São Paulo, mas ouviu que o estádio estava "vetado" e não poderia explicar a razão. Nesta segunda-feira, pós-derrota nos pênaltis para o Timão, o vice-presidente Roberto Frizzo contou uma versão diferente do assunto e garantiu: o Pacaembu foi uma escolha integral do Palmeiras.


- Como é que eu ia pedir o jogo no Pacaembu se meu técnico preferia o Morumbi? Quem disse isso para vocês? - indagou Frizzo.


Ao receber a resposta de que a frase veio do próprio Felipão, o vice retrucou.


- A única coisa que o Felipão exigiu é que tivéssemos 95% da torcida, pedido que atendemos. Ele não tinha preferência por estádio, e nós é que escolhemos o Pacaembu, não teve acordo com o Corinthians - garantiu o dirigente.


Na entrevista pós-jogo, Felipão foi taxativo ao manifestar seu desejo em jogar no estádio do São Paulo, de maior capacidade que o Pacaembu. No entanto, reclamou de uma suposta proibição - que ele não revela de onde partiu.


- Esqueçam o Morumbi porque tem gente que é contra. Eles (São Paulo) sabem contra quem estão brigando. Eles é que têm de vir a público e falar dos conchavos que são feitos. Eu queria jogar no Morumbi e deixei isso claro aos meus dirigentes. Isso porque entendia que teríamos vantagem com a presença de 60 mil palmeirenses. Além de empurrar o time, teríamos um ganho financeiro. Só que meia hora depois veio o aviso que o Morumbi está vetado, está proibido. Eu não posso explicar aqui a razão. Só sei que não tem como jogar no Morumbi - revelou o técnico.





Em relação à arbitragem de Paulo César de Oliveira, bastante contestada pelo Palmeiras, Roberto Frizzo diz que o clube não tem intenção de entrar com protesto na FPF. O time reclama, principalmente, da expulsão do zagueiro Danilo, ainda no primeiro tempo, e da não expulsão de Liedson no mesmo lance (assista ao vídeo). O jogo terminou empatado por 1 a 1 e o Timão venceu nos pênaltis, por 6 a 5, classificando-se para a decisão contra o Santos.


- São águas que já passaram. Vamos pensar no Coritiba, quinta-feira. Não vamos entrar com qualquer protesto na Federação - assegurou o vice do Verdão.

Abatido, Rivaldo admite: 'Sofro muito no banco, por não ajudar o time'


Por Sergio Gandolphi


São Paulo




Coletiva do Rivaldo, São Paulo, 02 de maio de 2011 (Foto: Sergio Gandolphi / Globoesporte.com)

Rivaldo triste com a reserva: 'Sofro por não ajudar o
time' (Foto: Sergio Gandolphi / Globoesporte.com)

Voz fina, poucos sorrisos e muito sofrimento. Este foi o semblante apresentado pelo meia Rivaldo nesta segunda-feira de manhã, no anúncio de seu patrocinador pessoal de chuteiras. Durante o evento, o principal assunto foi a condição de reserva do camisa 10 do São Paulo, hoje aos 39 anos, e que passou toda a carreira sendo protagonista nos clubes em que atuou.


Mesmo em seus últimos momentos de carreira, o pentacampeão confessa que está vivendo novas sensações no futebol, entre elas o sofrimento. No último sábado, na derrota por 2 a 0 para o Santos, no Morumbi, Rivaldo ficou angustiado na reserva, vendo o Peixe abrir o placar. Ele entrou em campo na vaga de Marlos e minutos depois Ganso ampliou. Ele ainda deu bom cruzamento com o pé direito para Fernandão, que cabeceou para fora, no fim do jogo.


- Eu sofri muito no banco, ali a gente sofre demais, porque quando você está fora, não tem como ajudar o time. Naquele momento você quer estar em campo para colaborar com seus companheiros. Mas vida que segue, eu vou continuar trabalhando, porque fui contratado para isso e vou seguir meu trabalho - disse o melhor jogador do mundo em 1999, com o tom de voz baixo.


Rivaldo tem contrato com o São Paulo até o fim deste ano. Depois, quando o vínculo chegar ao fim, o Tricolor vai ter a prioridade para escolher se vai renová-lo por mais uma temporada, ou se vai liberar o jogador que começou o ano como presidente do Mogi Mirim, despontou como titular são-paulino, mas que hoje vive a angústia da reserva.



Quem sou eu para fazer qualquer tipo de pressão para jogar? Nunca precisei disso. Vou trabalhar da mesma forma, mas confesso que é difícil"

Rivaldo

- Eu vou continuar trabalhando. Quem sou eu para fazer qualquer tipo de pressão para jogar? Nunca precisei disso. Vou trabalhar da mesma forma, mas confesso que é difícil, pelo sofrimento e por ser mais complicado entrar 10, 15 ou 20 minutos. As chances estão aparecendo, mas certas vezes você não pode fazer muitas coisas. O (jogador) reserva entra no jogo em um ritmo diferente dos outros. Pode até acontecer de ir bem, fazer uma jogada, um gol, mas a possibilidade é mínima - argumentou Rivaldo.


Nas entrelinhas, Rivaldo deixou a entender que seu estilo de jogo ainda não foi compreendido pela comissão técnica do São Paulo. O camisa 10 fez uma comparação do seu posicionamento com Paulo Henrique Ganso, camisa 10 do Santos, que desequilibrou a partida do último sábado - cruzou para Elano marcar de cabeça e fez o segundo, após passe de Neymar.


- Todos viram que o Ganso decidiu o jogo, ele é um dos melhores do Brasil e é um atleta que não aparece no jogo em determinados momentos. Mas, em dois lances, decide as partidas. Claro que hoje estou com meus 39 anos, mas posso dizer que a minha função no São Paulo é como a do Ganso. Só espero que as chances apareçam, para que eu possa jogar tranquilamente - completou.


Novo contrato
Rivaldo concedeu uma entrevista nesta segunda para anunciar seu patrocinador pessoal de chuteiras nos próximos dois anos. A partir de agora, o camisa 10 vai usar os calçados nas cores rosa, vermelha, laranja, branco e preto nos jogos do São Paulo.


Segundo o camisa 10, a ideia de fechar com uma empresa pouco popular no mercado do futebol ('Stadium') é porque ela tem como alvo o público de baixa renda, com situação financeira parecida com a dele quando era um garoto, na cidade de Paulista, em Pernambuco.


- Pessoas humildes, como eu, vão poder ter uma chuteira de boa qualidade, não precisando gastar muito dinheiro. Essa é uma realidade que eu não tive quando comecei a jogar futebol - lembrou.

Nota Oficial: Clube dos 13

SPFC -



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São Paulo apresenta renúncia à Vice-Presidência do Clube dos 13


Por GLOBOESPORTE.COM São Paulo




Juvenal Juvêncio Reeleito São Paulo (Foto: Leandro Canônico/GLOBOESPORTE.COM)

Juvenal Juvêncio assina a carta da renúncia
(Foto: Leandro Canônico/GLOBOESPORTE.COM)

O São Paulo renunciou à Vice-Presidência do Clube dos 13 na manhã desta segunda-feira. Em carta oficial, publicada em seu site e assinada pelo presidente Juvenal Juvêncio, o Tricolor avisa que não ocupará mais o cargo que tinha na direção da entidade desde abril de 2010.


O clube do Morumbi, como a própria carta diz, “possui uma relação histórica com o Clube dos 13 desde o ano da sua fundação (1987) e integrou marcantes diretorias”. Porém, o mesmo documento fala que neste momento não pode “fechar os olhos à realidade de que há manifesto dissenso entre o que foi idealizado e a vontade dos associados”.


O Clube dos 13 vem perdendo força desde que algumas agremiações começaram a se afastar para poderem negociar de forma independente seus direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro. O primeiro foi o Corinthians, que depois acabou seguido por outros. Até o momento, 14 clubes já assinaram com a TV Globo para o período que vai de 2012 a 2014.


carta são paulo (Foto: Site Oficial)_

Leia abaixo a íntegra da carta são-paulina:


“Ao
Ilmo Dr. Fábio André Koff
DD. Presidente da União dos Grandes Clubes do Futebol Brasileiro
Prezado Sr. Presidente


O São Paulo Futebol Clube possui uma relação histórica com o Clube dos 13, pois, além de ativa participação em sua fundação no ano de 1987, integrou marcantes diretorias dessa entidade, sempre pautando sua conduta pela defesa do interesses dos clubes associados e, consequentemente, do futebol brasileiro.


Na atual diretoria, eleita em abril de 2010 e na qual ocupamos a Vice-Presidência, a situação não foi diferente. Primeiro porque vencemos uma das mais disputadas eleições da história, em processo democrático que serviu não apenas para estimular a discussão sobre o papel desta entidade, mas, principalmente para manifestar publicamente o desejo de independência dos clubes na condução de seus interesses, fato que, seguramente já se mostra o maior legado dessa gestão.


Ademais, em respeito ao compromisso assumido realizamos diversos estudos e consultas públicas junto ao mercado, visando inserir a negociação dos direitos de televisão do futebol brasileiro em um novo patamar, o que foi realizado, apesar de lamentáveis percalços, sempre com transparência, profissionalismo e respeito às instituições públicas e aos compromissos assumidos.


O resultado desse trabalho, independentemente de como será seu desfecho, já deve ser aplaudido. Afinal, além de provocar o debate e a reflexão coletiva dos associados, o esforço dessa diretoria foi fundamental para comprovar a valorização do “produto futebol”, resultando em histórica e irreversível elevação dos nossos contratos de televisionamento.


Por isso, apesar de acreditarmos que o resultado poderia ser ainda melhor, não podemos deixar de festejá-lo, congratulando a toda diretoria, na pessoa do Presidente Fábio Koff pela perseverança, coerência, firmeza e dedicação sempre demonstradas, certo de que a história reconhecerá a importância desse momento e das nossas realizações.


No entanto, não podemos fechar os olhos à realidade de que, atualmente, há manifesto dissenso entre o que foi idealizado em abril de 2010 e a atual vontade dos associados. Por isso, acreditamos que, neste momento, nossa maior contribuição à história dessa entidade é deixar que os associados tenham a possibilidade de definir livremente o que desejam doravante.


Dessa forma, honrado com a oportunidade e com a certeza de que o compromisso para a qual fomos eleitos já foi devidamente atingido, o São Paulo Futebol Clube comunica formalmente sua renúncia ao cargo de Vice Presidente desta entidade, informando que continuará colaborando integralmente com a valorização do futebol brasileiro, agora apenas na condição de associado.


Sem mais, renovo os votos de estima consideração


Cordialmente


São Paulo Futebol Clube
Juvenal Juvêncio – Presidente”

Contra o Peixe, Tricolor bate recorde de público no Morumbi na temporada


Por GLOBOESPORTE.COM


São Paulo




Torcida do São Paulo (Foto: Marcelo Prado / GLOBOESPORTE.COM)

Torcida do São Paulo apoiou o time na semifinal
(Foto: Marcelo Prado / GLOBOESPORTE.COM)

Apesar da derrota por 2 a 0 para o Santos, a torcida são-paulina fez a sua parte e compareceu em peso ao Morumbi para apoiar o time no clássico válido pela semifinal do Campeonato Paulista.

No último sábado, 45.475 torcedores (44.675 pagantes) estiveram no estádio e, de quebra, bateram o recorde de público em jogos na temporada.

Na quarta-feira, contra o Goiás, o número de espectadores também foi expressivo: 32.001 torcedores. E na apresentação de Luis Fabiano, no dia 29 de março, cerca de 45 mil torcedores prestigiaram o ídolo tricolor. Naquela ocasião, no entanto, os portões foram abertos ao público.

Médico do São Paulo deixa no ar chance de Fabuloso jogar na quarta


Por Marcelo Prado


São Paulo




Eliminado do Campeonato Paulista, o São Paulo agora direciona seu foco somente para a Copa do Brasil. Na quarta-feira, a equipe fará o primeiro jogo das quartas de final contra o Avaí, no estádio do Morumbi. E o grande dilema será: Luis Fabiano estará ou não em campo?

Na saída do vestiário, no último sábado, o médico José Sanchez conversou com os jornalistas e deixou no ar a possibilidade de o Fabuloso estar em campo.


Luis Fabiano treino São Paulo (Foto: Ag. Estado)

Luis Fabiano trabalha para estar em campo na partida de quarta, contra o Avaí, no Morumbi (Foto: Ag. Estado)

- Na sexta e hoje (sábado) foram os dias em que o Luis Fabiano mais se sentiu à vontade. Ele deixou o gramado muito feliz. Mas não dá para criar nenhuma expectativa. Do ponto de vista do departamento médico, estamos trabalhando com a intenção de liberá-lo. Porém, é claro que outros fatores também serão determinantes. Ele pode estar liberado pelos médicos, mas de repente os preparadores físicos acham que ele está muito abaixo. Ou o Carpegiani pode achar que não é o momento. Enfim, temos que aguardar – avisou o médico.


Carpegiani disse que os próximos dias serão determinantes. E deixou claro que o resultado contra o Santos não apressará de nenhuma maneira a estreia do camisa 9.


- Ainda temos domingo, segunda e terça até a hora da partida. A derrota para o Santos não apressará ou retardará a entrada do Luis. É preciso ter calma nessa questão. É claro que eu gostaria de contar com ele, até mais porque estamos em um momento que não podemos contar com alguns jogadores. Temos de agir com cautela e tomar a melhor decisão – ressaltou o treinador.


Se Luis Fabiano tem chance, o zagueiro Rhodolfo e o meia Lucas estão vetados para a partida de quarta-feira.


- O Rhodolfo teve uma contratura muscular e, pela experiência que temos, uma lesão como essa leva de cinco dias a uma semana para cicatrizar. O que vai determinar a sua volta é a diminuição do quadro de dor. Já o Lucas completará a segunda semana de recuperação no próximo domingo (8) e tem boas chances de estar em campo na partida de volta contra o Avaí, em Florianópolis – explicou o médico são-paulino.

Na saída do estádio, torcida xinga Carpegiani e exige Copa do Brasil


Por Marcelo Prado


São Paulo




Paulo Cesar Carpegiani no jogo do São Paulo contra o Santos (Foto: Marcos Ribolli / GLOBOESPORTE.COM)

Carpegiani durante o clássico contra o Santos
(Foto: Marcos Ribolli / GLOBOESPORTE.COM)

A derrota para o Santos por 2 a 0 acabou com a paciência de uma parte da torcida do São Paulo, que resolveu responsabilizar o técnico Paulo César Carpegiani pelo insucesso da equipe. Na saída do ônibus do estádio do Morumbi, aproximadamente 300 torcedores ofenderam o treinador, o chamando de burro e Professor Pardal e pediram reação imediata na partida de quarta-feira, contra o Avaí, pelas quartas de final da Copa do Brasil. Também usaram a expressão “time de pipoqueiro”.


- Não é mole não, Copa do Brasil virou obrigação – gritaram os torcedores.


Não houve nenhum incidente registrado. O ônibus deixou o estádio com poucos jogadores e membros da comissão técnica. Isso porque a grande maioria dos atletas foi embora nos seus próprios carros, que estavam estacionados na sede social, no estádio do Morumbi.


Questionado se a derrota para o Santos aumentaria a pressão sobre o seu trabalho, Paulo César Carpegiani foi ríspido na resposta.


- Eu me vejo um inútil para responder essa pergunta. Talvez eu devesse parar de vir aqui e explicar o resultado. Acho que seria melhor ter um dirigente no meu lugar respondendo isso – ressaltou.

Melhores momentos de São Paulo 0 x 2 Santos pelo Paulista 2011







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