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quarta-feira, 13 de abril de 2011

Fernandão: "Vou render tudo aquilo que esperam de mim"

Kaue Freitas




Por Site Oficial/saopaulofc.net - Fernandão quer recuperar o tempo perdido no São Paulo




Fernandão começou 2011 cheio de planos. Mas dores no púbis atrapalharam o jogador. Na verdade, apenas adiaram os planos do camisa 15. Recuperado, o são-paulino não esconde sua empolgação para ajudar o time da melhor maneira possível. Fernandão, que já participou de um rachão, agora aprimora a forma física para ficar à disposição de Carpegiani.


Foram dois meses longe dos gramados. Neste período, o atacante teve como rival as dores no corpo. Dura batalha vencida por ele. Agora, momento de recuperar o tempo perdido. Empolgado e de ânimo renovado, Fernandão não titubeia ao afirmar que ainda dará muitas alegrias ao torcedor são-paulino.


"Tinha uma expectativa muito grande para esta temporada, mas logo comecei a sentir as dores. Mas agora que estou recuperado, eu tenho certeza que poderei render tudo aquilo que o São Paulo pensa em relação ao meu futebol. Vou render bastante em campo", ressaltou Fernandão.


O camisa 15 chegou ao Morumbi no ano passado. Logo na estreia, Fernandão brilhou na vitória por 2 a 0 sobre o Cruzeiro, no Mineirão, no jogo de ida das quartas de final da Libertadores. Feito que se repetiu no duelo de volta, no Morumbi. Com a camisa do Tricolor, ele disputou 37 jogos e marcou oito gols.


Neste retorno, Fernandão bateu um papo sincero com a reportagem do Site Oficial. Falou sobre o longo tempo de recuperação, o apoio de todos no São Paulo, suas metas para 2011, a chegada de Luis Fabiano, o centésimo gol de Rogério Ceni... Tudo que você confere a partir de agora.


Como foi este período no REFFIS? É difícil ficar fora. Já vinha sentido estas dores e foram aumentando. O púbis sempre vai te minando. Quando falei para o Carpegiani que teria de parar, achei que fosse por uma semana só. Mas aí foram quase dois meses. Sempre chegando às 8h e saindo do CT às 18h. Fiquei meio apavorado. Depois de um mês, a dor insistiu e tivemos de mudar o planejamento. Aí melhorou.


Qual foi a coisa mais difícil: as dores ou ficar fora do time? Um pouco de tudo. Tinha aquela insegurança de achar que as dores iriam continuar. Imaginar que ela não passaria. E ver todos os dias seus companheiros no campo treinando, nos jogos, e você não estar junto. Isso é muito ruim. Isso acaba te deixando pra baixo. Mas agora as dores sumiram e o moral elevou.


Do que você mais sentiu falta? Sem dúvida nenhuma deste contato com a bola, de bater nela. De ficar sem jogar, de treinar sem sentir dor nenhuma. Na realidade, você acaba se colocando em xeque o tempo todo. Fica com a dúvida na cabeça. Quando a dor é constante e aumenta, isso atrapalha muito. Estava lutando muito contra a dor e vou voltar super bem. Sem dor nenhuma.


Sem dores, como você está fisicamente? Acredito que 90%. Tenho treinando bem, me movimentei bem no rachão (no último sábado). Mas ainda tem movimentos que vou ganhar com a parte física, nos próximos sete, dez dias. Não posso, depois de tanto tempo, ultrapassar etapas neste último momento. É hora do ajuste final. Se eu não voltar bem, vou acabar sentindo novamente.


Você acabou se decepcionando? Tinha uma expectativa muito grande para esta temporada. Projetava um ano maravilhoso, mas aí lesionei. Já estou recuperado e espero corresponder toda esta expectativa que o São Paulo tem em relação ao meu futebol. Quero agradecer todo pessoal do REFFIS. Alguns dias eu ficava de cabeça baixa, mas aí todo mundo falava comigo. Só tenho que agradecer.


Mas as dores sumiram. Agora, hora de retomar o "projeto 2011"? Está voltando todo aquele desejo na minha cabeça. Desde a semana passada comecei a treinar forte e as dores sumiram. Você volta até mais forte do que estava. Quando fica muito tempo afastado fica com esta gana de voltar. Estou realmente com a auto-estima lá em cima. Estou com moral super elevado para ajudar o time nesta reta final.


Por falar em reta final, qual sua avaliação sobre o momento do São Paulo? É um time preparado. Vem montando um grupo forte desde o ano passado para ter um 2011 maravilhoso. Nós aqui dentro temos de saber que só jogam onze, mas o grupo tem de ser forte. Se o elenco se mantiver motivado, com a consciência de que podemos ser campeões, 2011 tem tudo para ser o grande ano do São Paulo. Temos tudo para ganhar e não tenho dúvidas de que o grupo está com este pensamento.


Grupo que ficou ainda mais fortalecido com a chegada de Luis Fabiano... Vi a chegada dele da melhor maneira possível. Além de ser um excepcional jogador, ele é um ídolo do São Paulo e isso agrega muito. Agrega o torcedor, que vai apoiar ainda mais o time. Chegar da maneira que ele chegou é muito importante. Estou super contente por tê-lo no elenco. Todos nós vamos brigar por posições. Existe a possibilidade de jogarmos juntos e isso vai depender dos treinamentos.


Falando em ídolos, você comemorou muito o centésimo gol do Rogério? Rogério Ceni é um ídolo nacional. Quando algum time vai jogar contra, sempre acaba criticando ele, mas no fundo todos o admiram pela pessoa que ele é. É muito profissional e vem batendo recordes atrás de recordes. Isso vai ficar guardado para a história. Sou fã dele. Um companheiro maravilhoso, um amigo que eu torço demais

Audiência no Senado se transforma em "clássico" entre Andrés e cartola são-paulino

Gustavo Franceschini e Ricardo Perrone

Em Brasília (DF)

A ausência de outros convidados transformou a audiência pública sobre a venda dos direitos de TV do Brasileirão num duelo entre Corinthians e São Paulo, únicos clubes que enviaram representantes. Em cerca de três horas, o corintiano Andrés Sanchez e o são-paulino José Francisco Manssur, advogado do clube do Morumbi, trocaram diversas provocações, ironias e debateram acaloradamente, mas mostraram tanta sintonia que até emendaram um almoço juntos.


O senador Roberto Requião (PMDB-PR), presidente da Comissão de Educação Cultura e Esporte, deu o pontapé ao apresentar os representantes das duas equipes. “Manssur me disse que o São Paulo é mais intelectualizado e que se encontra num patamar mais avançado do que o Corinthians”. “É mais intelectualizado e nós somos maioria em todos os setores, nos bons e nos ruins”, respondeu Andrés.


O corintiano também provocou Juvenal Juvêncio, que tentará o seu terceiro mandato, apesar de o estatuto do clube só permitir dois. “Meu clube não permite reeleição. Espero que o São Paulo como clube-modelo também não permita”, disparou.


Apesar de a Copa do Mundo de 2014 não estar na pauta, Manssur criticou o uso de dinheiro público na construção dos estádios, enquanto Andrés ria e balançava a cabeça para os lados. Quando teve a palavra para responder a perguntas dos senadores, o corintiano voltou ao assunto. “O São Paulo fala da Copa. Dois anos atrás, estava tudo certo, a abertura seria no Morumbi e eles se davam bem com a Fifa. Mas perderam o Morumbi e começaram a reclamar. Tem que parar de hipocrisia”, cutucou Sanchez.


Outro round envolveu o uso do Morumbi pelo Corinthians. Manssur lembrou que o estádio era deficitário em 2002 e hoje dá um lucro milionário. “Pode melhorar se o Corinthians voltar a jogar lá”, completou o são-paulino. Andrés rebateu: “O São Paulo já dependeu do Corinthians em seu estádio, não depende mais. É uma evolução da administração. Agora, nunca mais jogaremos no Jardim Leonor”.


Em seguida, o representante são-paulino lembrou que Andrés deixará a presidência em dezembro e que mesmo assim tem autonomia para falar eternamente pelo clube, fazendo referência às decisões sobre o futuro estádio. O corintiano caminhava para o banheiro quando ouviu a provocação e soltou um palavrão em voz baixa.


Já no fim da sessão, Requião voltou a colocar lenha na fogueira perguntando se a relação entre os dois era namoro ou amizade. “Vocês sabem para quem eu torço e para quem ele torce”, disse Andrés. “Isso no vôlei dá confusão”, devolveu Manssur, lembrando o caso de homofobia na partida entre Sada Cruzeiro e Vôlei Futuro.


“Foi uma pena os outros dirigentes não aparecerem. A audiência ficou polarizada na disputa entre São Paulo e Corinthians”, resumiu a senadora Lídice da Mata (PSB-BA), que sugeriu a audiência.


Apesar das provocações, Andrés e Manssur mostraram estar alinhados em vários pontos. Concordam, por exemplo, que a venda de bebidas alcoólicas nos estádios deve ser liberada e que os dirigentes devem ser responsabilizados por suas gestões nos clubes, além de diversos assuntos relativos ao Clube dos 13 e a disputa pelos direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro.


O clima de namoro ou amizade, como disse Requião, terminou com um almoço após a saída apressada de Andrés do Senado. "Até pela diferença hierárquica, espero que ele pague", brincou Manssur.

São Paulo ensaia afastamento do Clube dos 13 e nega contrato com RedeTV!



  •  Koff, que contava com o apoio do São Paulo, pode se ver sem seu maior aliado na briga da TV


    Koff, que contava com o apoio do São Paulo, pode se ver sem seu maior aliado na briga da TV


O maior aliado do Clube dos 13 já parece não estar tão alinhado com a entidade. Em audiência pública no Senado para a discussão dos direitos de TV, o clube do Morumbi avalizou as negociações individuais e até concordou com argumentos apresentados por Andrés Sanchez, presidente do Corinthians. Mais que isso, disse que o São Paulo não está fechado com a RedeTV!, ao contrário do que alardeou a entidade de Fábio Koff.


José Francisco Manssur, representante do clube no evento, mostrou que o discurso não está afinado entre os aliados. O Clube dos 13, há semanas, se gaba do apoio de diversos clubes, entre eles o São Paulo, que assinariam o contrato de TV aberta com a RedeTV! por R$ 516 milhões anuais por três temporadas.


O representante do São Paulo discorda. "Nós não assinamos nada. Vamos ouvir todas as emissoras e não temos compromisso com a RedeTV!", disse Manssur.


O cartola são-paulino ainda mostrou sérias discordâncias quanto à postura do Clube dos 13. A principal divergência é em relação à possibilidade de uma negociação individual, totalmente rechaçada pelo Clube dos 13.


“Como é uma relação privada, o São Paulo entende que os clubes podem negociar separadamente”, disse Manssur, que, no entanto, disse preferir outra opção. “Acho que o modo democrático mais correto é o da concorrência pública”, completou.


O São Paulo é um dos cinco clubes que ainda não fecharam com a Globo (Inter, Portuguesa, Guarani e Atlético-MG completam a lista), e é visto como parceiro pelo Clube dos 13. Mesmo assim, Manssur não se furtou a discursar sobre o que espera de uma futura parceira nos direitos de TV.


“O que me interessa não é só o valor, interessa a abrangência a qualidade técnica e o preço”, disse o representante são-paulino, repetindo o mesmo discurso utilizado por Andrés Sanchez pouco antes.


“Eu tenho um patrocinador que me paga R$ 50 milhões e quer aparecer onde tem a maior audiência. Então não é só o maior preço que me interessa”, disse o presidente corintiano.


Manssur foi ainda mais longe. Apesar de seguir em um lado oposto ao do cartola rival, que já se considera ex-membro do Clube dos 13, o dirigente são-paulino acenou com um acordo. “Tenho certeza que as partes vão se compor e o saldo será positivo para todos”, concluiu.



Gustavo Franceschini e Ricardo Perrone

Em Brasília (DF)

Otimista, Rivaldo acredita que pode ser titular: 'Só preciso de três jogos'

Com um currículo altamente respeitável, Rivaldo ainda está longe de ser titular no São Paulo. Aos 38 anos, o jogador estreou bem pelo time do Morumbi, marcou um gol contra o Linense e, quando estava começando a cavar o seu espaço, sofreu uma lesão muscular que o deixou por 20 dias longe dos gramados. Na volta, ele até tem sido utilizado pelo técnico Paulo César Carpegiani, mas ainda não pode ser considerado intocável dentro da equipe tricolor.


Rivaldo em ação no treino (Foto: João Neto / VIPCOMM)Aos 38 anos, Rivaldo corre em busca da vaga de titular no São Paulo (Foto: João Neto / VIPCOMM)

O camisa 10, no entanto, não desiste. Disse que a temporada 2011 ainda está no início, qua sua oportunidade vai chegar e até mandou um recado:


- Eu sempre vou respeitar o meu treinador, mas, como todo jogador, eu preciso de uma sequência de jogos. Apesar de estar com 38, quase 39 anos, tenho confiança que, se atuar por três partidas seguidas, vou dar conta do recado. Na minha cabeça, sei que ainda posso ser titular. Tenho de continuar treinando porque a temporada ainda está no início. Estamos apenas no Campeonato Paulista. O Campeonato Brasileiro é longo, dura o ano todo. O importante é que estou com muita disposição para jogar – afirmou o meio-campista.



Não vou perder a cabeça por estar na reserva do São Paulo"

Rivaldo

Rivaldo deixou claro que a falta de oportunidades como titular não o fará deixar o São Paulo antes do término do contrato, em dezembro.


- Não é a primeira vez que eu fico na reserva. Isso aconteceu no Milan, em 2003. Naquela ocasião, eu havia acabado de ser campeão mundial e achava que deveria jogar. Como não concordei, preferi rescindir o contrato. Agora é diferente. Vim para o São Paulo por causa de um convite do Rogério. Estou muito feliz aqui e, se estou aqui, é porque tem um motivo. Não vou perder a cabeça no São Paulo por estar na reserva. Quem sabe eu entro e marco um gol de um título e marco meu nome na história – ressaltou o experiente jogador.


O meia sabe que a competitividade no elenco tricolor dificulta ainda mais as coisas na busca de uma vaga na equipe titular.


- É difícil até para o treinador escalar a equipe do São Paulo hoje – lembrou.



Por Marcelo Prado


São Paulo

Reserva no São Paulo, Rivaldo pode voltar a ser cartola do Mogi Mirim

Rivaldo recorre ao discurso de que todo jogador quer estar em campo, mas não se sente desvalorizado por Carpegiani por estar na reserva. Vinculado ao São Paulo até o fim do ano, o camisa 10 tricolor pretende conciliar a função de presidente do Mogi Mirim ao término do Campeonato Paulista.


O jogador se licenciou do cargo justamente para defender o São Paulo. Segundo Rivaldo, após o encerramento do Estadual, não haverá possibilidade de confronto entre São Paulo x Mogi, o que permitiria seguir como atleta e presidente.


“Eu poderia retornar tranquilamente [ao comando do Mogi] após o Paulista. Não terá confronto entre Mogi e São Paulo. Não vejo problema. Eu vou ficar até o fim do contrato no São Paulo”.


Rivaldo ofereceu o estádio do Mogi como casa para o São Paulo neste domingo. O clube perdeu mando de campo e utilizará o campo do Mogi Mirim para a partida diante do Oestre, domingo, pela última rodada da primeira fase. O camisa 10 destacou que não cobrará aluguel.


Nos planos de Paulo César Carpegiani, Rivaldo não figura entre os titulares. A condição de reserva é analisada pelo meio-campista como algo natural na carreira.


“Claro que nenhum jogador fica feliz em não estar jogando, mas vou me empenhar ao máximo para aparecer. Eu não vou perder a cabeça por estar no banco, as oportunidades vão surgir. Quem sabe o Rivaldo não vai entrar e fazer um gol, o gol do titulo e ficar na historia”, disse.



Bruno Thadeu

Em São Paulo

Luis Fabiano pressiona médicos para antecipar reestreia no São Paulo

Luis Fabiano faz tratamento antes mesmo de ter sido apresentado no São Paulo


Luis Fabiano faz tratamento antes mesmo de ter sido apresentado no São Paulo

Previamente marcada para o dia 27 de abril, a reestreia do atacante Luis Fabiano com a camisa do São Paulo deve ser antecipada, pelo menos no que depender do jogador. Segundo o jornal Marca Brasil, ele vem pressionando os médicos do clube para que o liberem para jogar no dia 20, no jogo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil contra o Goiás, em Goiânia.

“Você tem de dar um jeito para eu jogar no dia 20”, diz o camisa 9 para os médicos são-paulinos, Auro Rayel e José Sanchez, diariamente.


De acordo com Sanchez, se tudo correr bem, o jogador deve estar liberado para treinar com bola na próxima segunda-feira, dia 18. “Tudo tem ocorrido dentro do esperado. O Luis Fabiano está com 37 dias de trabalho, portanto, está na sexta semana.”


“Nossa finalidade é tentar que os trabalhos realizados diariamente no campo continuem surtindo efeito, pois assim, na próxima segunda-feira, o atleta estará liberado para treinar com o grupo”, explicou o médico ao diário Marca Brasil.


“Se tudo der certo e ele ficar à disposição na segunda, é possível levá-lo para Goiânia, para participar um pouco do primeiro jogo. Não excluo essa possibilidade e não é pouco provável. Mesmo sem treinar muito com o grupo, isso talvez não seja tão ruim. Ele estando bem clinica e fisicamente, não seria nenhum absurdo”, completou.



Do UOL Esporte

Em São Paulo

São Paulo versão 2011 muda estilo e ataque é quem dita o ritmo da equipe

Nas últimas temporadas, o São Paulo sempre se notabilizou por ter um sistema defensivo que fazia a diferença. Em 2007, ano em que o time conquistou o bicampeonato brasileiro, Alex Silva, Breno e Miranda foram tão bem que Rogério Ceni foi vazado apenas 19 vezes em 38 partidas. No ano seguinte, Breno saiu, André Dias assumiu a posição e o setor continuou firme. Mesmo em 2009 e 2010, anos em que a equipe não ganhou nenhum título, a defesa seguiu como protagonista. Na atual temporada, no entanto, a situação se inverteu completamente.


Dagoberto Rogério Ceni Fernandinho São Paulo (Foto: Montagem sobre foto da Ag. Estado)Dagoberto, Rogério Ceni e Fernandinho estão se destacando em 2011 e são os três principais artilheiros do São Paulo no Campeonato Paulista (Foto: Montagem sobre foto da Ag. Estado)

No início do Campeonato Paulista, Paulo César Carpegiani escalou o time no esquema 4-4-2 e, mesmo com Alex Silva e Miranda em campo, a equipe tomou 12 gols em seis partidas. Com a chegada de Rhodolfo, que veio do Atlético-PR, a situação melhorou, mas uma coisa é certa: o estilo audacioso do treinador refletiu-se na postura da equipe que, em 2011, passou a ser comandada pelo ataque. Tanto que, após 18 rodadas do Campeonato Paulista, o Tricolor tem o melhor desempenho do torneio, com 38 gols marcados e apenas a quinta melhor defesa, com 18 tentos sofridos.





















































JOGADORGOLS MARCADOS NO PAULISTÃO
Dagoberto8
Rogério Ceni6
Fernandinho4
Lucas3
Jean3
Marlos3
Marcelinho Paraíba2
Rhodolfo2
Casemiro1
Henrique1
Ilsinho1
Rivaldo1
Willian José1
Miranda1
Gercimar (contra)1
Para Marlos, a filosofia do treinador e a qualidade do elenco fizeram o Tricolor 2011 mudar de característica.


- Tem treinador que gosta mais do sistema defensivo, tem treinador que gosta mais de atacar. O Carpegiani é assim, ele dá liberdade total para atacarmos. É claro que isso deixa a defesa mais exposta, mas temos total confiança neles. Na frente, temos jogadores velozes e muito inteligentes. Essa mistura faz com que apareçam muitas oportunidades de gol. E lá na frente, nossos jogadores sabem definir, sabem fazer o gol – afirmou o camisa 11, que marcou três gols no estadual.


Rhodolfo seguiu pela mesma linha de raciocínio.


- Somos uma equipe muito boa no contragolpe, um time leve, habilidoso, e por isso temos facilidade para entrar na área adversária. E nós da defesa, sempre que temos uma oportunidade, estamos indo ao ataque para ajudar. O importante é que o time está acertado, não estamos na segunda colocação do campeonato à toa – lembrou o camisa 4.