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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Edson Ramos reforça o lado direito do Tricolor

Na tarde da última terça-feira (15) o São Paulo concluiu a contratação do lateral-direito Edson Ramos, que defendeu o Mallorca, da Espanha, na última temporada. O jogador, de 24 anos, assinou com o Tricolor um vínculo por empréstimo válido até o final de 2011.

O jogador estava treinando com o elenco são-paulino há mais de uma semana, mas aguardava o documento de transferência internacional emitido pela Federação Espanhola para ser anunciado oficialmente como novo reforço do Tricolor.

Ontem o documento chegou e sua situação junto a Confederação Brasileira de Futebol foi regularizada. Com isso, Edson Ramos passa a ficar à disposição do técnico Paulo César Carpegiani para a sequência da temporada.

Carreira

Revelado no futebol paraibano, Edson Ramos deixou o estado com pouca experiência como profissional e seguiu para o Mogi Mirim, onde logo obteve destaque. Com a boa campanha com o clube do interior paulista o lateral acabou negociado com o AEK, da Grécia.

Ficou na equipe grega por dois anos e teve a oportunidade de conhecer o meio-campista Rivaldo, que chegou ao AEK pouco tempo depois dele, e o técnico Serra Ferrer.

Impressionado com a qualidade de Edson Ramos, Rivaldo, já atuando no Uzbequistão, fez questão de indicar o antigo companheiro para o Bunyodkor, clube em que era meio-campista e consultor.


Os diretores do clube uzbeque analisaram o atleta e decidiram contratá-lo em definitivo. Novamente junta, a dupla formada por Rivaldo e Edson Ramos sagrou-se campeã do campeonato nacional de 2009.

Assim como Rivaldo, Edson Ramos deixou de receber salários do Bunyodkor e por isso foi liberado pela FIFA para seguir sua carreira em outro clube. Sempre acompanhando os passos do brasileiro, o Mallorca não perdeu tempo e rapidamente acertou com o lateral.

Na Espanha, Edson Ramos reencontrou Serra Ferrer, seu treinador no AEK e atual vice-presidente

do Mallorca. O brasileiro, que vinha atuando regularmente pelo clube espanhol, foi um dos destaques de sua antiga equipe no duelo contra o Real Madrid, na liga deste ano, quando duelou com craques como Kaká e Cristiano Ronaldo.

Ciente da procura do clube por um lateral direito, o meio-campista Rivaldo sugeriu Edson Ramos, que teve seu nome avaliado e aprovado pela diretoria e comissão técnica do São Paulo.

“Ele é um jogador jovem e com potencial. Acreditamos que pode evoluir bastante e contribuir de maneira positiva com o nosso grupo”, diz o diretor de futebol do clube, João Paulo de Jesus Lopes a respeito do lateral, que utilizará a camisa número 21 no Tricolor e será apresentado oficialmente após o treino da próxima sexta-feira (18), que está marcado para as 15h30, no CT da Barra Funda.

Nome: Edson Ramos da Silva
Nome esportivo: Edson Ramos
Nascimento: 31/05/1986 – 24 anos
Local de nascimento: João Pessoa – PB
Altura: 1m70
Peso: 64 kg
Clubes: 2004 – Auto Esporte Clube
2005 – América F.C. (PB)
2006 – Botafogo F.C. (PB)
2006/2007 – Mogi Mirim E.C.
2007/2009 – AEK Atenas
2009/2010 – P.F.C. Bunyodkor
2010/2011 – R.C.D. Mallorca
2011 – São Paulo F.C.

Títulos:

2009 – Campeonato Uzebeque
2010 – Campeonato Uzbeque
2010 – Copa do Uzbequistão



Reportagem do site ofiicial do São Paulo F.C.

Fla vai à Justiça e pede busca e apreensão da Taça das Bolinhas

O Flamengo não aceita o fato de a Taça das Bolinhas estar nas mãos do São Paulo. O departamento jurídico do Rubro-Negro ingressou com um pedido de busca e apreensão do troféu na 50ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Rio. Na última segunda-feira, a tentativa de impedir a entrega ao clube paulista fracassou. Em cerimônia realizada no Tribunal Federal Regional da capital paulista, a Caixa Econômica Federal fez a entrega ao presidente do Tricolor, Juvenal Juvêncio. O clube do Morumbi é considerado oficialmente pela CBF o primeiro a conquistar cinco vezes o título de campeão brasileiro (1977, 1986, 1991, 2006 e 2007).

O Fla alega que houve descumprimento de uma liminar obtida na Justiça e pede o regresso da Taça das Bolinhas à sede da Caixa, criadora do troféu. Não há prazo para uma decisão.

- O pedido de busca e apreensão é consequência do descumprimento da ordem judicial, que foi desrespeitada. Ela foi entregue e não deveria ter sido. Além disso, a CBF vai ter de arcar com a multa de R$ 500 mil (a pena também se aplica à CEF) – disse o vice jurídico Rafael de Piro.

Pelo lado do São Paulo, o diretor jurídico, Kalil Rocha Abdala, preferiu não tecer muitos comentários.

- Não tenho o que falar. O Flamengo entrou com uma ação no Rio contra a CBF, me parece. O São Paulo não recebeu nenhuma notificação e, por isso, não vai se manifestar.

O Flamengo não desiste de ser reconhecido como campeão brasileiro de 1987, o que faria do clube o primeiro pentacampeão do nacional e lhe daria o direito de receber o troféu. O Rubro-Negro alega que a CBF ainda não se posicionou sobre um pedido de revisão do caso. Em abril do ano passado, a entidade anunciou que entregaria a taça ao São Paulo, o que não ocorreu. Na época, o Flamengo enviou documentos à entidade (com o clube paulista reconhecendo a conquista dos cariocas), num pedido de reconsideração da decisão tomada. Foram apresentadas a ata da reunião de 88, que reconhece Flamengo e Internacional como campeão e vice-campeão de 1987, sem necessidade de cruzamento com Sport e Guarani; a ata da reunião extraordinária de 1997, determinando que os dois clubes (Flamengo e Sport) não precisavam ter se enfrentado e que, portanto, são os campeões de 1987; e o ofício de 2007, reforçando a decisão da reunião de 1997.

O regulamento de 1987 obrigava os times do chamado Módulo Verde (Primeira Divisão) a enfrentarem os do Módulo Amarelo (Segunda Divisão). Os clubes da elite fizeram acordo e se negaram a fazer o cruzamento com Sport e Guarani, o que gerou toda a polêmica.


Por GLOBOESPORTE.COMRio de Janeiro

Problemas não intimidam Carpegiani: 'Não tenho dúvida que vamos crescer'

Aos 62 anos de idade, o técnico Paulo César Carpegiani disputará a sua segunda Copa do Brasil pelo São Paulo. E, apesar da distância entre as duas edições (a primeira foi em 1999), o momento pode ser parecido. O time não conquista um título importante há dois anos e enfrenta o descrédito de sua torcida, desconfiada com a irregularidade da equipe, que alterna grandes apresentações e partidas muito ruins. A defesa, que sempre foi o ponto forte, vive uma crise de identidade, com 12 gols sofridos em seis partidas, enquanto o ataque se ressente de uma referência.

Mas o gaúcho de Erechim não se entrega. Com personalidade, diz que o pior já passou. Com a chegada dos garotos da Seleção sub-20 e dos reforços contratados, ele aposta que vai colocar o time nos eixos. E, na véspera da estreia contra o Treze, concedeu entrevista exclusiva ao GLOBOESPORTE.COM. Afirmou que a volta de Lucas dará uma nova cara ao time, que a utilização do esquema 3-5-2 é uma prova de que não é teimoso, e lamentou a saída de Ricardo Oliveira, "traumatizante", segundo ele. Para finalizar, mandou um recado aos acomodados. Acompanhe a entrevista abaixo.

Carpegiani conversa com Carlinhos Paraíba e Fernandinho durante o treino (Foto: Rubens Chiri / Site oficial do São Paulo FC)

Como definir a Copa do Brasil?

É uma competição um pouco diferente das outras, porque é tiro curto. Se não me engano, você faz cinco ou seis confrontos, no máximo, e já está disputando o título. Teremos uma partida complicada. Acompanhei o teipe do adversário e vi que é uma equipe muito forte em casa, que joga empurrada por sua torcida. Por isso, precisamos mostrar mais do que nas últimas partidas.

No ano passado, você disse algumas vezes que não tinha dúvidas de que o time de 2011 seria muito mais forte. No entanto, com oito jogos disputados, isso não vem acontecendo. O que falta para esse time decolar?

É verdade, eu falei isso e reconheço que ainda não estamos bem. O problema é que tive problemas na remontagem da equipe. Eu perdi uma peça (Ricardo Oliveira) que me desmontou o esquema, foi traumatizante. Ele estava encaixado, e a equipe sabia jogar com ele. Junto a isso, fiquei também sem o Lucas no início do ano (convocado para a Seleção sub-20), que fazia muito bem esse lado direito. Agora que ele está de volta, estou começando a remontar o que deu certo no ano passado, com ele aberto de um lado e o Fernandinho do outro. Ainda não é o que penso como ideal, mas não tenho dúvida de que essa equipe tem um grupo suficientemente forte para alcançar ótimos resultados na temporada. Ainda tenho alguns jogadores lesionados, mas, pela primeira vez, vejo o grupo com maior número de opções. Não tenho dúvidas de que vamos crescer.

Não é ruim depender tanto de Lucas, um jogador de apenas 18 anos?

Não acho isso. O Lucas é um jogador que teve sua oportunidade e soube aproveitá-la. Sem dúvida, é uma peça que nos fez falta. A questão de ser garoto não me preocupa. Vai ter a chance e, se mostrar qualidade, vai jogar e pronto. Ele teve a chance, o William vai ter, o Henrique vai ter, o Casemiro vai ter. Cabe a eles mostrarem quem pode jogar. Eu não tenho preferência por A ou B. Tenho preferência por quem pode me dar a melhor resposta dentro daquilo que acho certo.

Como fazer para consertar a defesa, um setor que sofreu 12 gols em seis jogos?

É um número altíssimo e me preocupa. Mas me preocupa ainda mais o fato de que 95% desses gols sofridos foram falhas nossas, onde tínhamos superioridade numérica em relação ao adversário. Pegue os gols que sofremos contra o Santos. No primeiro, o Elano vem de trás, surge sozinho na área e ninguém o acompanha. No segundo, ele domina a bola no meio-campo, tem liberdade para executar o chute e, no rebote, tenho meus três zagueiros posicionados na área, com o atacante livre. O Jean estava mais do lado, faltou ele voltar para fazer a recomposição corretamente. Vamos ajustar isso, não temos muito tempo para treinar, mas acho que isso vai melhorar quando o time atingir a compactação que eu acho necessária.

Outro jogador que se destacou no Sul-Americano Sub-20 foi o Casemiro. Como está a situação dele? No ano passado, ele era opção no banco de reservas. Isso pode mudar?

Só depende dele. Se você lembrar, ele jogou comigo contra o Atlético-PR em Barueri, saiu e voltou depois na partida contra o Atlético-GO, no Serra Dourada, no fim do Campeonato Brasileiro. Foi muito mal, não se apresentou para o jogo, esteve lento, sem vontade, só queria jogar com a bola nos pés. Aí você o vê na Seleção, correndo dos dois lados, se apresentando, buscando a bola. É isso o que eu quero. Só que também é preciso ter responsabilidade. Não adianta querer atacar e deixar um buraco na defesa. Volto a dizer: o Casemiro tem muita qualidade, mas precisa me provar que pode jogar. Eu até pensei em utilizá-lo no jogo contra o Treze, mas vou esperar mais um pouco.

Pela primeira vez desde que assumiu o cargo, você vai utilizar o esquema 3-5-2. Por que a mudança de ideia?

Um dos problemas que tenho hoje é que meus dois laterais jogam como alas. Isso me complica bastante. Eu precisaria de tempo para trabalhar essa dinâmica de jogo, mas não tenho. Então vou trabalhando da melhor maneira possível. Se eu perceber que eles não podem fazer isso, vou ter de mexer aí também. No ano passado, isso não me preocupava porque eu tinha o Richarlyson, que fazia muito bem a composição defensiva. Com isso, o Fernandinho tinha mais liberdade para atacar do que hoje. Hoje, ele volta para recompor o setor. Vou escalar os três zagueiros no 3-5-2 porque quero que o Lucas e o Fernandinho tenham liberdade para atacar. Ainda vou encaixar um centroavante nessa equipe. De repente, o garoto William (José, que veio do Grêmio Prudente) pode ser a peça que nos faltava.

Mas, ao mudar o esquema, você não está indo contra os seus princípios?

Volto a falar, não gosto do 3-5-2, é um esquema que só é utilizado no futebol brasileiro. Se você enfrentar uma equipe na Europa com esse esquema, está morto. Mas para que o Lucas e o Fernandinho tenham liberdade total para atacar, vou fazer isso. O adversário é um time que povoa muito o meio-campo, então vou fazer o mesmo.

Qual o maior problema do São Paulo atualmente? É técnico, tático ou de comportamento? Você, em diversas ocasiões, criticou a falta de apetite dessa equipe.

Sem dúvida nenhuma, o que mais me preocupa é a falta de vibração. Vou arrumar isso, vou mexer na equipe até achar o que eu quero. É claro que eu preciso respeitar as características dos meus jogadores, mas eles precisam ser mais vibrantes. Questões táticas ou técnicas podem ser arrumadas, consertadas. Você consegue fazer o jogador executar. Mas vibração, não. Ou você tem, ou você não tem. E isso, no futebol de hoje, faz a diferença. Eu tenho que exigir dos meus jogadores que sejam brigadores, que lutem em campo, que mostrem disposição. E isso está faltando em algumas partidas. Vou mexendo até encontrar uma solução para isso.

É difícil encontrar no futebol brasileiro um treinador que aponta publicamente os erros, que não esconde o treino e não omite escalação.

Sou um cara muito franco, penso que o futebol é mais bem executado dessa maneira. Eu não posso agir com os meus jogadores de uma maneira e chegar para vocês da imprensa e falar outra coisa. O que eu não gosto é falta de conhecimento. Por isso, quando alguém vem fazer uma pergunta, é preciso saber o que está falando. Mas não gosto de esconder as coisas, vou procurar ser sempre o mais transparente possível.



Por Marcelo PradoDireto de Campina Grande, PB




Contra um animado Treze, São Paulo inicia a caminhada na Copa do Brasil


Acostumado a disputar a Taça Libertadores da América nos últimos oito anos, o São Paulo começa a viver na noite desta quarta-feira a sua nova realidade. Depois de uma sequência de erros em 2010 e um decepcionante nono lugar no Brasileirão, a equipe comandada por Paulo César Carpegiani inicia às 22h (de Brasília) desta quarta-feira a disputa da Copa do Brasil, competição que teve a participação do Tricolor pela última vez em 2003. E, no pontapé inicial, a parada promete ser complicada.

O Treze-PB aposta na empolgação de sua torcida e na sua força dentro do estádio Amigão, onde não perde há 39 partidas, para surpreender e, no mínimo, levar o confronto para o Morumbi. Se o São Paulo ganhar por dois gols de diferença, eliminará a necessidade da partida do dia 24.

A festa na Paraíba será completa: a expectativa é de que os 19.700 ingressos colocados à venda se esgotem até o início da partida. O GLOBOESPORTE.COM acompanha em Tempo Real, com vídeos, e a TV Globo transmite para os estados de São Paulo, Alagoas e Paraná. O árbitro da partida será o baiano Arílson Anunciação, que será auxiliado por Ubiratan Viana e Lorival Flores, ambos do Rio Grande do Norte.

header o que esta em jogo

Treze: comandado pelo técnico Marcelo Villar, que teve uma passagem pelo Palmeiras em 2006, o Treze acredita ser possível complicar as coisas para o Tricolor. Todo o planejamento da equipe foi feito visando a partida desta quarta-feira. Alguns jogadores, como o atacante Warley, voltaram mais tarde das férias para estarem no estágio físico ideal no momento da partida. No último domingo, na vitória sobre o Esporte de Patos (2 a 1), nove titulares foram poupados.

São Paulo: ainda em busca de regularidade na temporada, o Tricolor espera que o duelo desta quarta possa ratificar que o time começa a viver um novo momento. Depois de vencer a Portuguesa por 3 a 2, no último domingo, pelo Campeonato Paulista, o São Paulo aposta na maior qualidade do seu elenco para tentar, no mínimo, voltar com vantagem para a capital paulista. De quebra, há a expectativa pelo gol número 100 do goleiro e capitão Rogério Ceni, que já marcou 98 vezes na carreira, sendo 55 de falta e 43 de pênalti.

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Treze: o treinador resolveu fazer mistério e declarou na última segunda-feira que só vai anunciar a escalação momentos antes da partida. A tendência é que o esquema 4-4-2 seja mantido, com o treinador apostando todas as suas fichas na dupla de ataque, formada pelo rapidíssimo baixinho Cléo (1,53m) e pelo experiente Warley (33 anos), que já teve passagem pela equipe do Morumbi em 1999. O time atuará com: Marcelo Galvão; Ferreira, André Lima, Anderson e Paulinho Potiguar; Márcio Pinho, Thiago Almeida, Júlio César e Laércio; Cléo e Warley.

São Paulo: Paulo César Carpegiani resolveu modificar o esquema tático, na esperança de conseguir maior solidez para o sistema defensivo, que nas últimas seis partidas tomou 12 gols. Em vez do 4-4-2, utilizado desde a volta do treinador, em outubro do ano passado, será usado o 3-5-2, com Rhodolfo, Alex Silva e Miranda formando a primeira linha defensiva. Na escalação, a grande novidade será o retorno do meia Lucas na vaga de Rivaldo, que ficou em São Paulo. A equipe jogará com: Rogério Ceni; Rhodolfo, Alex Silva e Miranda; Jean, Rodrigo Souto, Carlinhos Paraíba, Lucas e Juan; Dagoberto e Fernandinho.


header fique de olho 2


Treze: depois de rodar por grandes clubes do futebol brasileiro, o atacante Warley é a principal esperança de gols da equipe paraibana. O curioso é que o jogador teve boa passagem pelo São Paulo na temporada 1999 e justamente sob comando de Paulo César Carpegiani, que está na sua segunda passagem pela equipe do Morumbi.

São Paulo: de volta da Seleção Brasileira Sub-20, que no último fim de semana conquistou o Sul-Americano da categoria, o meia Lucas é a esperança da comissão técnica e dos torcedores para fazer o time reagir na temporada. Apesar da quarta colocação no Campeonato Paulista, o time peca pela falta de criatividade e agressividade em alguns momentos.

header o que eles disseram

Marcelo Villar, técnico do Treze: “Estamos esperando ansiosamente por essa partida. Não é sempre que temos a oportunidade de enfrentar um time grande do futebol brasileiro. Estamos bem preparados e queremos cumprir um bom papel. A expectativa do povo de Campina Grande é enorme, e a ideia é fazer um jogo de igual para igual, mesmo sabendo que os investimentos aqui são infinitamente menores do que os dos times de São Paulo."

Carlinhos Paraíba, meio-campista do São Paulo: “O segredo para começar a construir a vitória será suportar a pressão do Treze, que apostará todas as fichas nos primeiros 20 minutos, quando a torcida vai apoiar bastante e nós ainda estaremos nos adaptando ao gramado. Depois que essa etapa passar, temos de colocar nossa qualidade em campo para buscar a vitória”.


header números e curiosidades

* Treze e São Paulo já se enfrentaram três vezes no estádio Amigão, palco da partida desta noite. E a vantagem é da equipe paraibana, que conquistou duas vitórias, ambas pelo placar de 1 a 0. A primeira foi pelo Campeonato Brasileiro de 1986. A segunda, pela Copa do Brasil de 2002. Já o Tricolor venceu uma vez, por 3 a 0, no nacional de 1982.

* Um jogador em especial do elenco são-paulino conhece todos os atalhos do palco da partida desta quarta-feira. Revelado no Campinense, o meia Marcelinho Paraíba já atuou no Amigão.



Por Marcelo PradoDireto de Campina Grande, PB