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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Por dentro do Tricolor: Rogério Ceni entre os melhores


DESCANSO: Depois do treino desta quarta-feira de manhã, no CT da Barra Funda, alguns jogadores aproveitaram a nova banheira de hidromassagem e cromoterapia que foi instalada no vestiário. Miranda, Alex Silva, Carleto, Marcelinho e Rodrigo Souto desfrutaram do novo equipamento e aproveitaram para relaxar após o intenso treino físico.

PRÊMIO: De acordo com o ranking divulgado pela IFFHS (Federação Internacional de Estatísticas do Futebol) nesta quarta-feira, Rogério Ceni foi considerado o 13º melhor goleiro da década. O são-paulino ficou com 53 pontos. Entre os brasileiros, Dida ficou na sexta colocação, enquanto Júlio César o décimo. O vencedor foi o italiano Buffon foi o vencedor com 182 pontos.


CONTRATO NOVO: O goleiro Leonardo renovou seu contrato com o São Paulo. Na última terça-feira, o são-paulino acertou seu novo vínculo com o clube, que agora vai até o meio de 2011. No Tricolor desde 2004, Leonardo conquistou o Campeonato Paulista (2006) e Copa Dallas (2007), todos nas categorias de base.


FAMÍLIA: A família de pavões que vive no CT da Barra Funda ganhou três novos integrantes. Recentemente, a pavoa teve três filhotes. Nesta quarta-feira, eles aproveitaram o bom tempo e passearam pelas dependências do CT.


CONCENTRAÇÃO: Durante a pré-temporada, o elenco são-paulino entrou em regime de concentração. Época que não é muito bem quista pelos jogadores. No entanto, muito enaltecida: “Até um pouco chato ficar preso, mas é necessário. Ficamos de férias e temos de fazer uma boa pré-temporada. Aqui a gente acaba descansando melhor”, disse Fernandinho.



Reportagem do Site oficial do São Paulo F.C.

Brasil tem três nomes na relação dos 20 maiores goleiros da última década

O italiano Gianluigi Buffon, com 182 pontos, foi eleito nesta quarta-feira o "Melhor Goleiro do Mundo" durante o período de 2001 a 2010, segundo as votações realizadas pela Federação Internacional de Estatísticas do Futebol (IFFHS). O Brasil contou com três representantes entre os 20 maiores da década: Dida (6º), Julio César (10º) e Rogério Ceni (13º).

Brasileiro mais bem colocado, com 90 pontos, Dida conquistou inúmeros títulos no período, dentre eles a Copa do Mundo em 2002, o Mundial de Clubes em 2007 (pelo Milan) e duas Ligas dos Campeões (também pelo Milan em 2002/2003 e 2006/2007).

Na relação de 76 goleiros, há sete espanhóis; seis brasileiros e argentinos; cinco alemães; quatro italianos, franceses e russos; com três dos Países Baixos, Paraguai, Colômbia, Portugal, México e Inglaterra. Os outros três representantes brasucas são: Marcos (28º), Gomes (36º) e Doni (44º).

Apesar de o espanhol Iker Casillas ter sido declarado "Melhor Goleiro de 2010", o título do período de 2001 até 2010 ficou com Buffon, que apesar das lesões sofridas no último ano, conservou sua hegemonia à frente da classificação após ter sido eleito "Melhor Goleiro do Mundo" em quatro ocasiões nestes dez anos.

O arqueiro do Real Madird, no entanto, ficou com a segunda colocação, com 177 pontos – pouco menos que os 182 de Buffon. Petr Cech, do Chelsea, completou o “pódio”, na terceira colocação, seguido por Van der Sar e Oliver Kahn, respectivamente.

A eleição do melhor goleiro mundial dos dez primeiros anos do Século XXI foi realizada mediante a votação anual feita pela IFFHS e avaliou 76 jogadores de cinco continentes. Confira a lista dos 20 melhores.

1. Gianluigi Buffon (ITA) 182 pontos.
2. Iker Casillas (ESP) 177.
3. Petr Cech (CHE) 138.
4. Edwin van der Sar (HOL) 105.
5. Oliver Kahn (ALE) 99.
6. Dida (BRA) 90.
7. Jens Lehmann (ALE) 72.
8. Roberto Carlos Abbondanzieri (ARG) 68.
9. Victor Valdés (ESP) 64.
10. Julio César (BRA) 63.
11. Fabien Barthez (FRA) 55.
12. José Manuel Reina (ESP) 54.
13. Rogério Ceni (BRA) 53.
14. Francesco Toldo (ITA) 52.
15. Igor Akinfeev (RUS) 47.
16. Jerzy Dudek (POL) 42.
17. Tim Howard (EUA) 36.
18. Santiago Cañizares (ESP) 35.
19. Grégory Coupet (FRA) 28.
20. Rüştü Reçber (TUR) 27.

Por Agências de notícias e GLOBOESPORTE.COM

Berlim

Riva define metas e divide semestre em três etapas

O preparador físico Riva Carli já começou a mostrar sua filosofia de trabalho no São Paulo. Contratado este ano para o lugar de Carlinhos Neves, que deixou o clube no fim de 2010, Riva colocou o elenco para trabalhar forte. Até domingo, o grupo treinará em dois períodos. Além disso, já traçou a meta para o primeiro semestre.

Segundo o são-paulino, este planejamento será dividido em três etapas. Neste primeiro momento, o objetivo é deixar o grupo na melhor condição física. Posteriormente, quando o Campeonato Paulista e a Copa do Brasil chegarem aos momentos decisivos, Riva quer os jogadores “voando”.

“Tive uma reunião com o pessoal e já apresentamos o plano de trabalho que vai até julho. Isso vai ser dividido em três partes. O primeiro será um trabalho acumulativo, com muitos treinos. É um momento importante para a parte física. O segundo será de evolução, que acontecerá lá para fevereiro e março”, disse o preparador, que completou:

“A terceira etapa deste processo é o momento principal das decisões. É onde chamamos de realização. É fundamental estar bem preparado para decidir os campeonatos e ganhar títulos. Temos de ter atletas bem preparados para encarar essas situações".

O elenco são-paulino entrou em regime de concentração nesta quarta-feira. Programação que deverá ser mantida até a estreia no Campeonato Paulista, que acontecerá no dia 16 de janeiro diante do Mogi Mirim, fora de casa. Riva admite que ficará de olho em cada jogador para que ninguém saía da linha.

“Sou exigente. Fico 24 horas monitorando os atletas. Não admito ninguém fora do peso. Ele (atleta) tem de cumprir os horários, se alimentar bem e ficar motivado. Aqui o atleta tem de descansar bem, pois a recuperação é a parte mais importante. Caso contrário, ele terá problemas futuros”, concluiu o são-paulino.

Reportagem do Site oficial do São Paulo F.C.

Fernandão não treina, e Mazola é liberado para acertar com o Furacão


O São Paulo teve baixas no ataque no treinamento desta quarta-feira, no CT da Barra Funda, no segundo dia de trabalhos da pré-temporada. Fernandão, com dores estomacais, e Mazola, praticamente fora do Morumbi, foram as ausências das atividades comandadas pelo técnico Paulo César Carpegiani.


Mazola, destaque do Guarani no Campeonato Brasileiro, foi liberado pela diretoria para acertar os últimos detalhes do empréstimo para o Atlético-PR. O jogador poderia continuar no Tricolor em 2011, mas direção e comissão técnica entenderam que ele ainda necessita de um período de amadurecimento em outra equipe.


Na terça-feira, o diretor de futebol João Paulo de Jesus Lopes chegou a dizer que a decisão estava nas mãos de Carpegiani. Entretanto, como o São Paulo ainda deve buscar mais jogadores para o setor ofensivo, o jogador dificilmente teria espaço.


Já a situação de Fernandão não preocupa os médicos. O jogador teve problemas estomacais, mas pode participar normalmente das atividades de quinta-feira. O elenco tricolor entrou em concentração nesta quarta e só será liberado depois da estreia no Paulistão, contra o Mogi Mirim, dia 16 de janeiro, no interior do estado.


Por GLOBOESPORTE.COM

Novos talentos e título embalam o Tricolor na Copa-SP


Após mais de um mês de treinamento, diversos jogos-treinos e até uma viagem a Senegal como parte da preparação, o São Paulo começa nesta quarta-feira a disputa da Copa São Paulo, a maior competição das categorias de base do Brasil.

O pontapé inicial para a defesa do título, vencido em 2010 com uma campanha irrepreensível, será às 21h, quando o time enfrenta o Ji-Paraná no estádio Major Levy Sobrinho, em Limeira (154km de São Paulo), em partida válida pelo grupo M da competição – Inter de Limeira e Itabuna completam a chave.


Ao contrário do ano passado, o elenco conta com muitos garotos da categoria sub-17, que sob o comando do treinador Sérgio Baresi – à frente da equipe pelo segundo ano consecutivo – vão lutar para conseguir não só o título, mas, principalmente, projeção no futebol profissional.


“É um time jovem, diferente do ano passado, uma base nascida no ano de 1993, e é um time que tem uma qualidade técnica maior que a física”, explica o comandante são-paulino.


“Hoje a nossa força está no conjunto, que é muito mais técnico, não teria como destacar algum jogador justamente pelo time ser tão jovem. E a nossa expectativa é grande sobre o desempenho na competição. Queremos revelar atletas, e a partir daí formar um grupo que cresça durante a disputa para conseguirmos o título”, completa.


E o clube tem tido muito sucesso em revelar atletas por meio da Copinha. Da equipe campeã em 2010, seis jogadores estiveram no elenco principal do São Paulo no ano passado: o então capitão Bruno Uvini, Richard, Casemiro, Lucas, Lucas Gaúcho e Zé Vitor .


Mas será que a honra de vestir a camisa do Tricolor e o sonho de também chegar ao time profissional não pode deixar os jovens nervosos? Até pode, mas Baresi e a comissão técnica têm feito trabalhos para conter um possível nervosismo dos tricolores.


“A responsabilidade é sempre minha pra diminuir a pressão sobre eles. Mas posso dizer que os meninos estão bem tranquilos e querem fazer o futebol aflorar, pois sabem que qualidade eles têm. É lógico que o fator psicológico influencia muito, a gente sabe que a pressão do título é grande e eles sonham subir pro profissional. Mas estamos conversando fora dos treinos pra fixar bem no pensamento deles que o futebol eles têm, agora basta jogar”, afirma.


Preparação para a estreia


A delegação são-paulina chegou a Limeira na terça-feira e realizou no final da tarde o último treino antes da estréia. A atividade, tática, encerrou um ciclo de um mês de união do grupo, que só folgou quatro dias durante todo o mês de dezembro.


De olho nos adversários da primeira fase, que mesmo não muito conhecidos podem complicar para a equipe tricolor, os jogadores são-paulinos estão cientes de que qualquer deslize pode custar uma vitória.


“Eu usei a seguinte frase: todo mundo sai do zero e está na mesma situação. O que importa é o que nós queremos, e todos sabemos o que queremos. Acendi o estado de alerta deles, ainda mais pelo clube ser o atual campeão. Somos o prato de comida. É isso que os adversários estão pensando, e sabemos disso, pois senão não tem mais volta”, conta Baresi.


O treinador deixa um recado para os são-paulinos, que costumam ajudar muito o clube na Copa São Paulo motivando os jovens jogadores.


“A torcida pode esperar um time muito motivado, que sabe o que quer novamente, que vai buscar o gol o tempo inteiro, técnico e que sabe aplicar a velocidade. Eu diria pra torcida nesse exato momento torcer bastante, apoiar o São Paulo, pois estamos em um objetivo juntos e isso torna o caminhar muito mais fácil. Estamos precisando da torcida pra que as coisas fluam. Todos vamos crescer e ganhar”, finaliza.



Reportagem do Site oficial do São Paulo F.C.

Com preparador 'linha dura', Tricolor entra em concentração até a estreia

Os jogadores do São Paulo podem se preparar para dias de muito suor até a estreia no Campeonato Paulista, dia 16 de janeiro, contra o Mogi Mirim, no interior do estado. Nas mãos do preparador físico "sargentão" Riva Carli, o elenco tricolor entra em concentração a partir desta terça-feira e só deixa o CT da Barra Funda horas antes de encarar o Sapão.

Carli, contratado do Atlético-PR por indicação do técnico Paulo César Carpegiani, não esconde que vai pegar pesado com os atletas. Pior: não só dentro de campo. O preparador promete um acompanhamento individual para impedir que alguém perca rendimento e não esteja em boas condições no momento que o Tricolor mais precisar.

- Sou exigente. Fico 24h observando, monitorando cada um. Não posso admitir jogador fora do peso. Tem que ser atleta e não um corredor de praia de final de semana. Ele tem que cumprir horário, se alimentar bem, tem que estar com disposição e motivado. Faço um controle diário do treinamento, do comportamento. Tudo influi dentro do grupo. Quando isso é quebrado, quebra o grupo. Mas não sou bravo. Sou até muito amigo dos jogadores – afirmou.

O elenco são-paulino se reapresentou na segunda-feira e ainda não teve contato com bola. Apenas na próxima semana o técnico Paulo César Carpegini deve iniciar os trabalhos no campo. Por enquanto, atividades físicas em dois períodos (manhã e tarde). Entretanto, no domingo, o grupo terá que acordar cedo. Carli agendou um treino para 7h. Outros dois serão realizados 10h30 e 16h30.

- Tem uma explicação lógica. Muitas vezes, você trabalha em um ou dois períodos e coloca um volume muito grande. Estamos diluindo os trabalhos. Você diminui o volume de treino e aumenta o intervalo de descanso. Dar o treinamento, causar o estresse na musculatura, é fácil. A parte mais importante é a recuperação – ressaltou.

Comissão técnica e jogadores, aliás, já conversaram sobre o planejamento físico para o primeiro semestre. A intenção é dividir o projeto em três partes, sempre visando a chegada em boas condições aos momentos em que o São Paulo pode decidir os títulos do Paulistão e da Copa do Brasil.

- Janeiro é o acumulativo, porque o volume de treinos é grande. É o momento mais importante para ter a melhor performance possível. Depois, é o momento de evolução, de fevereiro e março. Em seguida, teremos a terceira etapa para atingir o objetivo principal, o momento de decisões, que eu chamo de realização – completou.

Por Carlos Augusto Ferrari

São Paulo

Fernandinho usa pré-temporada como trunfo

O atacante Fernandinho tem uma certeza: 2011 será diferente de 2010. No ano passado, quando chegou ao São Paulo, o camisa 12 estava com uma lesão no pé direito e perdeu a pré-temporada da equipe. Desta vez, sem qualquer tipo de problema, o são-paulino quer usar esta preparação como trunfo pessoal para brilhar na temporada.

“Espero ter um ano melhor agora. Em 2010, eu tive algumas lesões e não consegui ter uma sequência. Isso acabou me atrapalhando. Agora não tenho lesões e quero dar alegria aos torcedores. Durante as férias fiz um fortalecimento e não senti nada”, ressaltou Fernandinho.

Recuperado da lesão no pé, Fernandinho fez sua estreia com a camisa do Tricolor em grande estilo. No Campeonato Paulista do ano passado, o atacante entrou no intervalo do jogo contra o Monte Azul, na Arena Barueri, e marcou quatro gols na goleada por 5 a 1. Depois, ele teve uma sequência entre os titulares, mas as lesões voltaram a atrapalhar.

No ano passado, Fernandinho disputou 36 partidas e marcou seis gols. Com Paulo César Carpegiani na equipe, o camisa 12 foi titular logo nas primeiras quatro partidas. No entanto, mais uma vez, o são-paulino sofreu com as lesões. Mas tudo isso ficou no passado. Revigorado, ele não vê a hora de brilhar no Tricolor.

“Esta pré-temporada vai me ajudar bastante e quero dar o meu máximo nos treinamentos. Quero estar bem fisicamente para ter uma boa sequencia de jogos”, completou Fernandinho.

Reportagem do Site oficial do São Paulo F.C.

Juan garante paz com preparador e recusa fama de jogador polêmico


Juan não quer que a fama de polêmico adquirida no Flamengo chegue ao São Paulo, seu novo clube. O jogador, aliás, vai se reencontrar no Morumbi com um de seus desafetos do Rubro-Negro: o preparador físico Riva Carli. Entretanto, o lateral-esquerdo garante que não há mais qualquer problema com o integrante da comissão técnica.

Em 2009, Juan se recusou a fazer uma série de exercícios determinada por Carli durante um treino na Gávea. O atleta entendeu que 40 minutos era exagerado para o início de uma atividade. Eles tiveram uma rápida discussão, flagrada pelas câmeras. Em seguida, nos vestiários, o lateral se desculpou.


- A imprensa colocou aquilo como um problema, mas não houve nada. Já falei com ele e nunca tivemos problemas de relação. Falei com ele aqui e nossa relação vai ser boa. Não vai ter problema nenhum.


Juan deixou o Flamengo com uma fama não muito boa por seu temperamento. Se envolveu em polêmicas com o técnico Cuca e nunca teve uma relação das mais tranquilas com a torcida, sendo vaiado constantemente. Mesmo assim, não se considera um atleta temperamental e acredita que deixou o Rubro-Negro em alta.

- Eu me considero um jogador com vontade e dedicação. A cobrança é muito grande no Flamengo. Todo dia é cobrança e no limite. Às vezes, é normal jogar um jogo melhor que o outro e vir essa cobrança. Não tinha perseguição. Tenho orgulho de ter vestido a camisa do Flamengo, onde cheguei à Seleção. Saí de cabeça erguida, pela porta da frente e tenho carinho pelo clube que defendi por cinco anos.



Por Carlos Augusto Ferrari


São Paulo

Tricolor busca camisa 9, volta a falar com Miranda e sonha com Guiñazu


Ninguém no São Paulo esconde o desejo de contratar um camisa 10 renomado para ser o cérebro da equipe em 2011. Mas, enquanto o armador consagrado não desembarca no Morumbi, a diretoria trabalha para reforçar o elenco em outros setores. Sem Ricardo Oliveira, o clube parte agora para buscar um novo centroavante, sem se esquecer da complicada renovação do zagueiro Miranda e do antigo sonho de ter o colorado Guiñazu.


A procura por um camisa 9 começou antes mesmo do fim das negociações para prorrogar o empréstimo de Ricardo Oliveira. A cúpula tricolor entendia que seria muito difícil convencer os árabes a liberá-lo novamente. Os nomes de desejo, porém, estão sendo mantidos sob sigilo por Juvenal Juvêncio e sua trupe. Por enquanto, Carpegiani tem apenas Fernandão e Lucas Gaúcho para jogar mais fixo na área.


- Nós sabíamos que o Ricardo ficaria só se fosse por um novo empréstimo. Como não deu certo, estamos observando o mercado para atender as necessidades do elenco – afirmou o diretor de futebol João Paulo de Jesus Lopes.


Problemas também para renovar o contrato de Miranda. O zagueiro, titular absoluto da equipe, vem sendo sondado pelo Atlético de Madri-ESP e pode deixar o clube. O São Paulo, contudo, espera retomar ainda nesta semana as negociações.


- A informação que eu tive é que o Miranda não assinou nada com o Atlético. Nesta semana vamos voltar a conversar. Não tem nada fechado – ressaltou Lopes.


O São Paulo mira também um novo volante. Guiñazu, do Internacional, é o alto dos dirigentes. Segundo eles, o atleta já mostrou interesse em atuar pelo Tricolor, mas esbarra no desejo colorado de não liberá-lo. O Boca Juniors-ARG também negocia com ele.


- O interesse do São Paulo no Guiñazu é público. E o jogador também já manifestou isso. Mas não podemos avançar sem a facilitação do Internacional. E o Inter não está disposto a isso – completou.



Por Carlos Augusto Ferrari


São Paulo