A desembargadora Sonia Maria Forster do Amaral, do Tribunal Regional do Trabalho, revogou a liminar que Lucas havia conseguido, e dessa forma o clube pode assinar contrato profissional com o jogador. Os pais do jovem haviam assinado contrato quando o atleta tinha 14 anos assegurando que ele firmaria compromisso como profissional com a equipe quando completasse 16.
“A celebração de contrato de trabalho para o futuro, como fizeram as partes, não infringiu qualquer disposição legal. E o tempo de espera não será determinante na sua carreira profissional, até porque o próprio jogador diz que jogar no clube é a realização de um sonho”, afirmou a magistrada ao jornal O Estado de S.Paulo.
Os advogados do São Paulo comemoraram a decisão. Antes de Lucas Piazon, Oscar e Diogo, que também entraram com processos pedindo a liberação do time do Morumbi, tiveram suas reivindicações negadas.
“O clube há mais de cinco anos faz contratos de aprendizagem com garotos e negocia com seus pais uma garantia quando eles se tornarem profissionais. O jogador não está preso, pode ir embora se quiser. Só não pode rasgar o contrato. Precisa pagar uma multa que é uma forma de resguardar o clube formador”, afirmou o advogado do São Paulo Carlos Eduardo Ambiel.
Do UOL Esporte
Em São Paulo
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